Funcionários de UPA no Rio de Janeiro são demitidos após morte de homem na sala de espera
José Augusto Mota da Silva, 32 anos, faleceu na sexta-feira (13) após ser deixado sem atendimento na UPA, onde chegou com dores abdominais
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SBT News
Paciente morreu enquanto esperava atendimento médico na UPA da Cidade de Deus | Reprodução
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Funcionários de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no Rio de Janeiro foram demitidos após a morte de José Augusto Mota da Silva, de 32 anos, que faleceu na última sexta-feira (13) enquanto aguardava atendimento na sala de espera. Segundo testemunhas, o homem chegou à unidade reclamando de fortes dores abdominais, mas foi deixado sem atendimento imediato.
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Registros de vídeos feitos por testemunhas mostram que ele já estava sem vida quando encontrado em uma cadeira da unidade, sendo transferido para outra sala somente após a constatação da morte. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro demitiu todos os profissionais que estavam de plantão no momento e anunciou a abertura de uma sindicância para investigar as circunstâncias do caso.
Além disso, os envolvidos serão denunciados aos respectivos conselhos de classe. Imagens e registros de prontuários serão analisados para apurar a responsabilidade no ocorrido.
José Augusto, que era natural de Mogi Guaçu, no interior de São Paulo, foi enterrado em sua cidade natal. A tragédia gerou revolta na população, que exige respostas sobre a negligência no atendimento.
Funcionários de UPA no Rio de Janeiro são demitidos após morte de homem na sala de esperaJosé Augusto Mota da Silva, 32 anos, faleceu na sexta-feira (13) após ser deixado sem atendimento na UPA, onde chegou com dores abdominais
Brasil2024-12-16T23:43:37.056ZFuncionários de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no Rio de Janeiro foram demitidos após a morte de José Augusto Mota da Silva, de 32 anos, que faleceu na última sexta-feira (13) enquanto aguardava atendimento na sala de espera. Segundo testemunhas, o homem chegou à unidade reclamando de fortes dores abdominais, mas foi deixado sem atendimento imediato.
Registros de vídeos feitos por testemunhas mostram que ele já estava sem vida quando encontrado em uma cadeira da unidade, sendo transferido para outra sala somente após a constatação da morte. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro demitiu todos os profissionais que estavam de plantão no momento e anunciou a abertura de uma sindicância para investigar as circunstâncias do caso.
Além disso, os envolvidos serão denunciados aos respectivos conselhos de classe. Imagens e registros de prontuários serão analisados para apurar a responsabilidade no ocorrido. José Augusto, que era natural de Mogi Guaçu, no interior de São Paulo, foi enterrado em sua cidade natal. A tragédia gerou revolta na população, que exige respostas sobre a negligência no atendimento.
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