Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Ele foi assassinado com um tiro em agosto deste ano enquanto trabalhava na coleta de lixo no Bairro Vista Alegre. O autor do disparo, o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, confessou o crime.
Renê responde por homicídio triplamente qualificado, segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). As acusações incluem motivo torpe (recurso que dificultou a defesa da vítima) e perigo comum.
Já a esposa do réu, a delegada Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, foi indiciada por prevaricação, por supostamente saber do crime e não agir, e por porte ilegal de arma de fogo, por ter supostamente cedido ao marido sua arma pessoal.
Na audiência desta terça serão ouvidas oito testemunhas de acusação. Na quarta-feira (26), será a vez de seis testemunhas de defesa prestarem depoimento. A expectativa é que o Renê também seja interrogado pelo Judiciário.
Outro ponto que chamou atenção no processo foi a anexação, pela defesa de Renê, de diplomas e certificados que supostamente indicariam formação acadêmica em instituições como Estácio de Sá, USP, Fundação Dom Cabral, Harvard Business Brasil e Ambev.
Todas essas entidades, no entanto, já negaram qualquer vínculo com o empresário.
Segundo o boletim de ocorrência, Laudemir e outros garis recolhiam lixo quando a motorista do caminhão encostou o veículo para dar passagem ao carro do empresário. Renê teria abaixado o vidro e ameaçado matar caso alguém encostasse em seu carro.
Os trabalhadores pediram calma e sugeriram que ele seguisse viagem. O suspeito, porém, desceu do carro alterado e disparou contra o grupo.
O gari Tiago Rodrigues, que presenciou o crime, afirmou que Renê agiu com frieza. "Assim que atirou, ele entrou no carro como se nada tivesse acontecido e foi embora", disse. Tiago tentou socorrer o colega, mas Laudemir não resistiu.
Renê foi localizado após informações de uma testemunha, que lembrou parte da placa do carro dele, e pela análise de câmeras de segurança.
A polícia apresentou uma foto do empresário, que foi reconhecido e apontado como o responsável pelo ataque. Apesar disso, ele negou ter cometido o crime quando foi preso, no estacionamento de uma academia.
Em 15 de agosto, a Polícia Civil informou que a arma usada para matar Laudemir pertencia à esposa dele.
A compatibilidade foi confirmada pela perícia de microbalística, que analisou duas munições – uma usada e outra intacta – deixadas no local do crime.
Desde então, Ana Paula é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil de MG, que apura possíveis desvios de conduta da servidora.
Gari morto em BH: julgamento de empresário começa nesta terça-feira (25)Laudemir Fernandes foi assassinado com um tiro enquanto trabalhava; réu Renê Nogueira confessou o crime e passa pela primeira audiênciaCidades2025-11-24T23:51:05.279ZA Justiça de Minas Gerais realiza nesta terça-feira (25) a primeira audiência do caso que apura a , em Belo Horizonte. Ele foi assassinado com um tiro em agosto deste ano enquanto trabalhava na coleta de lixo no Bairro Vista Alegre. O autor do disparo, o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, confessou o crime. + Renê responde por homicídio triplamente qualificado, segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). As acusações incluem motivo torpe (recurso que dificultou a defesa da vítima) e perigo comum. Já a esposa do réu, a delegada Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, foi indiciada por prevaricação, por supostamente saber do crime e não agir, e por porte ilegal de arma de fogo, por ter supostamente cedido ao marido sua arma pessoal. + Na audiência desta terça serão ouvidas oito testemunhas de acusação. Na quarta-feira (26), será a vez de seis testemunhas de defesa prestarem depoimento. A expectativa é que o Renê também seja interrogado pelo Judiciário. + Outro ponto que chamou atenção no processo foi a anexação, pela defesa de Renê, de diplomas e certificados que supostamente indicariam formação acadêmica em instituições como Estácio de Sá, USP, Fundação Dom Cabral, Harvard Business Brasil e Ambev. Todas essas entidades, no entanto, já negaram qualquer vínculo com o empresário. Relembre o caso , no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na Grande BH. O suspeito é o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos. Segundo o boletim de ocorrência, Laudemir e outros garis recolhiam lixo quando a motorista do caminhão encostou o veículo para dar passagem ao carro do empresário. Renê teria abaixado o vidro e ameaçado matar caso alguém encostasse em seu carro. Os trabalhadores pediram calma e sugeriram que ele seguisse viagem. O suspeito, porém, desceu do carro alterado e disparou contra o grupo. + O gari Tiago Rodrigues, que presenciou o crime, afirmou que Renê agiu com frieza. "Assim que atirou, ele entrou no carro como se nada tivesse acontecido e foi embora", disse. Tiago tentou socorrer o colega, mas Laudemir não resistiu. Renê foi localizado após informações de uma testemunha, que lembrou parte da placa do carro dele, e pela análise de câmeras de segurança. A polícia apresentou uma foto do empresário, que foi reconhecido e apontado como o responsável pelo ataque. Apesar disso, ele negou ter cometido o crime quando foi preso, no estacionamento de uma academia. Em 15 de agosto, a Polícia Civil informou que a arma usada para matar Laudemir pertencia à esposa dele. A compatibilidade foi confirmada pela perícia de microbalística, que analisou duas munições – uma usada e outra intacta – deixadas no local do crime. Desde então, Ana Paula é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil de MG, que apura possíveis desvios de conduta da servidora. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/gari-morto-em-bh-julgamento-de-empresario-comeca-nesta-terca-feira-25-1
Valdemar vê possível motivação política em decisão de Dino
Ao SBT News, presidente do PL afirma que nunca teve uma 'cota' de emendas e que sua defesa apresentará argumentos para sustentar a legalidade de sua atuação