Contradições e detalhes sobre desaparecimento de corretora em Goiás apontaram síndico como suspeito
Ele e o filho foram presos na manhã desta quarta-feira (28); corpo de Daiane foi encontrado 15 quilômetros londe de Caldas Novas, depois de confissão
Naiara Ribeiro
A Polícia Civil de Goiás confirmou, em entrevista coletiva, que Cleber Rosa de Oliveira confessou o assassinato da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos. Além dele, o filho, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de participação no crime e de tentar obstruir as investigações.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Segundo os investigadores, Cleber indicou o local onde desovou o corpo da vítima, encontrado em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, no sul do estado.
"Temos um lapso de tempo de 8 minutos um ponto cego para câmera, e pelo que as provas indicam, ele deve ter matado ela ali”, disse o delegado a TV Terra Dourada, afiliada do SBT.
Ao longo dos depoimentos, Cleber apresentou diversas contradições, o que já o colocava entre os principais suspeitos. Outro elemento que chamou a atenção dos investigadores foi o fato de que Daiane saiu do apartamento deixando a porta aberta, mas, posteriormente, ela foi encontrada fechada, reforçando a suspeita de envolvimento de alguém com livre acesso ao edifício.
Familiares relataram que Daiane deixou o apartamento para verificar uma queda de energia no prédio. Ao perceber que o problema ocorria apenas em sua unidade, ela gravou vídeos para uma amiga: dois foram enviados, mas um terceiro, feito após a entrada no subsolo, não chegou a ser compartilhado. A corretora saiu sem os óculos, levando apenas o celular. Seu carro estava em uma oficina mecânica.
Daiane morava em Caldas Novas havia cerca de dois anos. Na semana passada, antes da confirmação da morte, a mãe da corretora relatou momentos de angústia, desespero e pânico diante da demora na elucidação do caso.
A polícia aponta que a motivação do crime está relacionada a desavenças entre Daiane e a administração do condomínio, envolvendo a gestão de apartamentos. O conflito ganhou repercussão durante o desaparecimento da corretora. Ela chegou a ser impedida de entrar no prédio após decisão de assembleia, mas voltou a ter acesso por determinação judicial meses depois. Há registros de discussões com funcionários e boletins de ocorrência envolvendo a vítima.
Com a localização do corpo, a Polícia Civil informou que segue coletando novos registros e provas para complementar a investigação.
Contradições e detalhes sobre desaparecimento de corretora em Goiás apontaram síndico como suspeitoEle e o filho foram presos na manhã desta quarta-feira (28); corpo de Daiane foi encontrado 15 quilômetros londe de Caldas Novas, depois de confissão Cidades2026-01-28T14:59:49.886ZA Polícia Civil de Goiás confirmou, em entrevista coletiva, que Cleber Rosa de Oliveira confessou o assassinato da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos. Além dele, o filho, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de participação no crime e de tentar obstruir as investigações. Segundo os investigadores, Cleber indicou o local onde desovou o corpo da vítima, encontrado em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, no sul do estado. . Imagens de câmeras de segurança registraram seus últimos momentos no condomínio. De acordo com a polícia, a dinâmica do desaparecimento indicava a participação de alguém com pleno acesso ao prédio, controle do sistema de câmeras e tempo para agir no intervalo de aproximadamente oito minutos em que a vítima sumiu. "Temos um lapso de tempo de 8 minutos um ponto cego para câmera, e pelo que as provas indicam, ele deve ter matado ela ali”, disse o delegado a TV Terra Dourada, afiliada do SBT. Ao longo dos depoimentos, Cleber apresentou diversas contradições, o que já o colocava entre os principais suspeitos. Outro elemento que chamou a atenção dos investigadores foi o fato de que Daiane saiu do apartamento deixando a porta aberta, mas, posteriormente, ela foi encontrada fechada, reforçando a suspeita de envolvimento de alguém com livre acesso ao edifício. Familiares relataram que Daiane deixou o apartamento para verificar uma queda de energia no prédio. Ao perceber que o problema ocorria apenas em sua unidade, ela gravou vídeos para uma amiga: dois foram enviados, mas um terceiro, feito após a entrada no subsolo, não chegou a ser compartilhado. A corretora saiu sem os óculos, levando apenas o celular. Seu carro estava em uma oficina mecânica. Daiane morava em Caldas Novas havia cerca de dois anos. Na semana passada, antes da confirmação da morte, a mãe da corretora relatou momentos de angústia, desespero e pânico diante da demora na elucidação do caso. A polícia aponta que a motivação do crime está relacionada a desavenças entre Daiane e a administração do condomínio, envolvendo a gestão de apartamentos. O conflito ganhou repercussão durante o desaparecimento da corretora. Ela chegou a ser impedida de entrar no prédio após decisão de assembleia, mas voltou a ter acesso por determinação judicial meses depois. Há registros de discussões com funcionários e boletins de ocorrência envolvendo a vítima. Com a localização do corpo, a Polícia Civil informou que segue coletando novos registros e provas para complementar a investigação.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/contradicoes-e-detalhes-sobre-desaparecimento-de-corretora-em-goias-apontaram-sindico-como-suspeito