Caso Ruy Ferraz Fontes: subsecretário de Praia Grande é alvo de operação da Polícia Civil
Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos para identificar “olheiros” que acompanharam a rotina do ex-delegado-geral dentro da prefeitura
Fabio Diamante, Robinson Cerantula
29/09/2025, 23:30 • Atualizado em 30/09/2025, 01:06
compartilhar
Funcionários da prefeitura de Praia Grande foram alvo da operação realizada pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (29), na investigação sobre a morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, que era secretário do município. Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido na casa do subsecretário de Gestão e Tecnologia, Sandro Rogério Pardini.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
A polícia apreendeu o celular, computadores, três pistolas, R$ 50 mil em espécie, além de mais de mil euros e 10 mil dólares na residência do subsecretário.
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão nas cidades de Praia Grande e São Vicente, na Baixada Santista. Os investigadores suspeitam que 'olheiros' acompanharam os passos do delegado e repassaram as informações aos atiradores. Quando Ruy Ferraz Fontes saiu do prédio, dois carros com criminosos já o aguardavam.
O objetivo principal das buscas desta segunda-feira é identificar suspeitos que podem ter acompanhado a rotina do ex-delegado-geral dentro da prefeitura. Celulares foram apreendidos, e a polícia acredita que os assassinos, do lado de fora, receberam a informação sobre a saída de Ruy Ferraz Fontes momentos antes do crime.
Também são investigados funcionários da prefeitura que atuavam diretamente em contratos. A polícia apura se o motivo do crime está relacionado aos negócios do município. Contratos de compras e de obras de alto valor estão sob análise. Testemunhas afirmam que o ex-delegado geral fazia uma espécie de pente-fino em contratações consideradas suspeitas.
Até agora, oito pessoas tiveram a prisão decretada. Quatro delas seguem foragidas. Entre os suspeitos, estão os dois homens acusados de alugar as casas usadas pelos criminosos no planejamento do crime: uma em Praia Grande, a menos de 10 quilômetros do local da execução, e outra em Mongaguá, a 27 quilômetros de distância.
As duas casas foram alvo de pichadores. Nas fachadas, foram pichadas frases como “a justiça tarda, mas não falha” e “que a verdade seja dita”
Em nota, a defesa do subsecretário Sandro Rogério Pardiniafirma que ele nega veementemente toda e qualquer participação, seja ela direta ou indireta, nos fatos que estão sendo apurados.
Caso Ruy Ferraz Fontes: subsecretário de Praia Grande é alvo de operação da Polícia CivilOito mandados de busca e apreensão foram cumpridos para identificar “olheiros” que acompanharam a rotina do ex-delegado-geral dentro da prefeituraCidades2025-09-29T23:30:17.848ZFuncionários da prefeitura de Praia Grande foram alvo da , nesta segunda-feira (29), na investigação sobre a morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, que era secretário do município. Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido na casa do subsecretário de Gestão e Tecnologia, Sandro Rogério Pardini. A polícia apreendeu o celular, computadores, três pistolas, R$ 50 mil em espécie, além de mais de mil euros e 10 mil dólares na residência do subsecretário. Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão nas cidades de Praia Grande e São Vicente, na Baixada Santista. Os investigadores suspeitam que 'olheiros' acompanharam os passos do delegado e repassaram as informações aos atiradores. Quando Ruy Ferraz Fontes saiu do prédio, dois carros com criminosos já o aguardavam. O objetivo principal das buscas desta segunda-feira é identificar suspeitos que podem ter acompanhado a rotina do ex-delegado-geral dentro da prefeitura. Celulares foram apreendidos, e a polícia acredita que os assassinos, do lado de fora, receberam a informação sobre a saída de Ruy Ferraz Fontes momentos antes do crime. Também são investigados funcionários da prefeitura que atuavam diretamente em contratos. A polícia apura se o motivo do crime está relacionado aos negócios do município. Contratos de compras e de obras de alto valor estão sob análise. Testemunhas afirmam que o ex-delegado geral fazia uma espécie de pente-fino em contratações consideradas suspeitas. Até agora, . Entre os suspeitos, estão os dois homens acusados de alugar as casas usadas pelos criminosos no planejamento do crime: uma em Praia Grande, a menos de 10 quilômetros do local da execução, e outra em Mongaguá, a 27 quilômetros de distância. As duas casas foram alvo de pichadores. Nas fachadas, foram pichadas frases como “a justiça tarda, mas não falha” e “que a verdade seja dita” Em nota, a defesa do subsecretário Sandro Rogério Pardini afirma que ele nega veementemente toda e qualquer participação, seja ela direta ou indireta, nos fatos que estão sendo apurados.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/caso-ruy-ferraz-fontes-subsecretario-de-praia-grande-e-alvo-de-operacao-da-policia-civil
Trump ameaça atacar usinas e pontes do Irã na próxima semana
Presidente afirma que novos alvos serão atingidos caso Teerã não retome negociações; Convenções de Genebra proíbem ataques a estruturas essenciais para civis
Incêndio em barco deixa morto e 2 desaparecidos nos EUA
Embarcação de três andares naufragou após incêndio na Baía de São Francisco; duas pessoas seguem desaparecidas e operação de resgate mobiliza 11 embarcações