Henry Borel: 6º dia de julgamento tem testemunhas de Monique
Mãe e padrasto são acusados pela morte do menino de 4 anos
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Agência Brasil
30/05/2026, 20:29 • Atualizado em 30/05/2026, 20:30
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É o sexto dia do Tribunal do Júri | Tomaz Silva/Agência Brasil
O julgamento do assassinato do menino Henry Borel é retomado com as testemunhas de defesa de Monique Medeiros neste sábado (30). É o sexto dia do Tribunal do Júri, em que ela, mãe de Henry, e o ex-vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho, respondem pelo crime.
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Nesta sexta, os jurados terminaram de ouvir as testemunhas de acusação. O último a depor foi o pai de Henry, Leniel Borel, que terminou de falar às 4h15 desta madrugada.
Disse que passou a acreditar na possibilidade de o crime ter sido premeditado quando teve acesso a novas informações depois da investigação. Ele contou ainda que numa das vezes em que foi deixar o filho de 4 anos com a mãe, o menino não queria ir e chegou a ter ânsia de vômito de tanto nervosismo.
O advogado Cristiano Medina, que auxilia a acusação, comentou, neste sábado, o depoimento dos médicos-legistas, que apontaram que o menino morreu por causa de agressões.
"Ontem, os médicos legistas provaram cientificamente que Henry foi lesionado e morto no período em que estava com o casal".
Os advogados de Jairinho defenderam a tese de que foram as seguidas manobras de ressuscitação que causaram a laceração hepática e a hemorragia. Tese negada pelo médico legista, Luiz Carlos Leal Prestes.
A defesa ainda questionou o grande número de laudos elaborados após a morte do menino e o desaparecimento de um exame de raio-x que apontaria um pneumotórax.
Henry Borel: 6º dia de julgamento tem testemunhas de MoniqueMãe e padrasto são acusados pela morte do menino de 4 anosCidades2026-05-30T20:29:35.416ZO julgamento do assassinato do menino Henry Borel é retomado com as testemunhas de defesa de Monique Medeiros neste sábado (30). É o sexto dia do Tribunal do Júri, em que ela, mãe de Henry, e o ex-vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho, respondem pelo crime. Nesta sexta, os jurados terminaram de ouvir as testemunhas de acusação. O último a depor foi o pai de Henry, Leniel Borel, que terminou de falar às 4h15 desta madrugada. Disse que passou a acreditar na possibilidade de o crime ter sido premeditado quando teve acesso a novas informações depois da investigação. Ele contou ainda que numa das vezes em que foi deixar o filho de 4 anos com a mãe, o menino não queria ir e chegou a ter ânsia de vômito de tanto nervosismo. O advogado Cristiano Medina, que auxilia a acusação, comentou, neste sábado, o depoimento dos médicos-legistas, que apontaram que o menino morreu por causa de agressões. "Ontem, os médicos legistas provaram cientificamente que Henry foi lesionado e morto no período em que estava com o casal". Os advogados de Jairinho defenderam a tese de que foram as seguidas manobras de ressuscitação que causaram a laceração hepática e a hemorragia. Tese negada pelo médico legista, Luiz Carlos Leal Prestes. A defesa ainda questionou o grande número de laudos elaborados após a morte do menino e o desaparecimento de um exame de raio-x que apontaria um pneumotórax.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/caso-henry-borel-julgamento-e-retomado-com-testemunhas-de-monique
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