Caso Gritzbach: Justiça Militar torna 18 PMs réus por envolvimento no crime
Policiais militares são acusados de falsidade ideológica, promover e integrar organização criminosa armada e organização para a prática de violência armada
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SBT News
04/06/2025, 02:14 • Atualizado em 04/06/2025, 02:14
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Antônio Vinicius Gritzbach | Reprodução
A Justiça Militar de São Paulo tornou réus, nesta terça-feira (3), 18 policiais militares acusados de planejar e assassinar Vinicius Gritzbach, empresário que fez delações contra o PCC (Primeiro Comando da Capital).
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Os PMs foram denunciados pelo Ministério Público pelos crimes de falsidade ideológica, promover e integrar organização criminosa armada e organização para a prática de violência armada.
Segundo as investigações, os policiais teriam planejado a execução como vingança pela morte de dois integrantes do PCC — Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, e seu motorista Antônio Corona Neto, o Sem Sangue —, crimes atribuídos ao próprio Gritzbach.
A apuração aponta que o delator também foi alvo por ter firmado um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, no qual entregou informações sobre criminosos que eram seus clientes.
A Promotoria do Ministério Público informou que os executores receberam até R$ 3 milhões pelo crime.
O MP destacou que a investigação continua e não descarta o envolvimento de outros policiais militares e civis.
Caso Gritzbach: Justiça Militar torna 18 PMs réus por envolvimento no crimePoliciais militares são acusados de falsidade ideológica, promover e integrar organização criminosa armada e organização para a prática de violência armadaCidades2025-06-04T02:14:21.690ZA Justiça Militar de São Paulo tornou réus, nesta terça-feira (3), 18 policiais militares acusados de planejar e assassinar Vinicius Gritzbach, empresário que fez delações contra o PCC (Primeiro Comando da Capital). Os pelos crimes de falsidade ideológica, promover e integrar organização criminosa armada e organização para a prática de violência armada. Investigação Segundo as investigações, os policiais teriam planejado a execução como vingança pela morte de dois integrantes do PCC — Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, e seu motorista Antônio Corona Neto, o Sem Sangue —, crimes atribuídos ao próprio Gritzbach. A apuração aponta que o delator também foi alvo por ter firmado um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, no qual entregou informações sobre criminosos que eram seus clientes. A Promotoria do Ministério Público informou que os executores receberam até R$ 3 milhões pelo crime. O MP destacou que a investigação continua e não descarta o envolvimento de outros policiais militares e civis.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/caso-gritzbach-justica-militar-torna-18-p-ms-reus-por-envolvimento-no-crime