Economia

Em reação a nova tarifa de Trump, Motta diz que Câmara vota acordo Mercosul e UE na próxima semana

Para entrar em vigor, o tratado comercial precisa ser aprovado pelo Congresso de todos os países membros dos dois blocos

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Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) | Divulgação/Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nas redes sociais neste sábado (21) que a casa vai votar o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia na próxima semana.

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Motta defendeu que a votação é necessária após as novas tarifas globais de 15% divulgadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

"Com as incertezas acerca da imposição de tarifas pelos Estados Unidos, resta ao Brasil lutar pela previsibilidade nas relações comerciais internacionais. Por isso, priorizaremos a votação do acordo Mercosul-UE para a próxima semana."

Com as incertezas acerca da imposição de tarifas pelos Estados Unidos, resta ao Brasil lutar pela previsibilidade nas relações comerciais internacionais. Por isso, priorizaremos a votação do acordo Mercosul-UE para a próxima semana. Estou designando como relator o deputado @marcospereira04 (Republicanos-SP), que foi ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e também participou da construção desse tratado tão aguardado por 26 anos.

O anúncio de Trump foi feito no começo da tarde deste sábado, após a Suprema Corte dos Estados Unidos decidir que ele excedeu a autoridade ao justificar o aumento das tarifas com base em uma lei de 1977, destinada para emergências nacionais. O texto do acordo entre o Mercosul e a União Europeia foi encaminhado ao Congresso pelo presidente Lula no começo de fevereiro. Esse protocolo é parte das exigências para que o negócio entre em vigor. Além do Congresso brasileiro, o acordo também precisa ser aprovado pelos parlamentos da Argentina, Uruguai e Paraguai, no âmbito do Mercosul, e pelos 27 estados-membro da UE.

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