Caso Gisele: tenente-coronel muda versão e admite relação sexual com PM horas antes da morte
Oficial virou réu por feminicídio e fraude processual após nova versão contradizer provas da perícia
Fabio Diamante
Tenente afirmou que os dois teriam se emocionado ao relembrar o relacionamento, o que teria levado ao encontro íntimo | Reprodução
O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto mudou a versão apresentada inicialmente à polícia e admitiu ter tido relação sexual com a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, horas antes da morte dela, em São Paulo. O caso é investigado como feminicídio.
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Em novo interrogatório, realizado após a prisão, o oficial afirmou que os dois teriam se emocionado ao relembrar o relacionamento, o que teria levado ao encontro íntimo.
Para a polícia, a mudança no depoimento pode ser uma estratégia da defesa para explicar evidências encontradas na perícia.
Exames identificaram a presença de espermatozoides no corpo da vítima, o que contradizia a versão inicial apresentada pelo investigado.
Gisele Alves Santana foi encontrada morta no dia 18 de fevereiro, com um tiro na cabeça, no apartamento onde morava com o marido, no centro de São Paulo.
O tenente-coronel alegou que a esposa teria tirado a própria vida com a arma dele, enquanto ele estava no banho, após uma conversa sobre separação.
No entanto, laudos periciais e a análise da cena do crime indicam outra dinâmica. Segundo a polícia, a vítima teria sido surpreendida por trás, imobilizada e baleada.
O que disseram as autoridades?
De acordo com o delegado Lucas de Souza Lopes, responsável pelo caso, as provas reunidas apontam inconsistências na versão apresentada pelo suspeito. As conclusões da perícia indicam uma dinâmica diferente da relatada pelo oficial.
Os advogados têm prazo para apresentar defesa. O Ministério Público também solicitou a oitiva de 25 testemunhas durante a instrução do processo.
A filha da vítima, de 7 anos, deverá prestar depoimento especial.
Caso Gisele: tenente-coronel muda versão e admite relação sexual com PM horas antes da morteOficial virou réu por feminicídio e fraude processual após nova versão contradizer provas da períciaCidades2026-03-19T22:48:34.804ZO tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto mudou a versão apresentada inicialmente à polícia e a soldado , horas antes da morte dela, em São Paulo. O caso é investigado como feminicídio. Em novo interrogatório, realizado após a prisão, o oficial afirmou que os dois teriam se emocionado ao relembrar o relacionamento, o que teria levado ao encontro íntimo. + Para a polícia, a mudança no depoimento pode ser uma estratégia da defesa para explicar evidências encontradas na perícia. Exames identificaram a presença de espermatozoides no corpo da vítima, o que contradizia a versão inicial apresentada pelo investigado. Gisele Alves Santana foi encontrada morta no dia 18 de fevereiro, com um tiro na cabeça, no apartamento onde morava com o marido, no centro de São Paulo. + O tenente-coronel alegou que a esposa teria tirado a própria vida com a arma dele, enquanto ele estava no banho, após uma conversa sobre separação. No entanto, laudos periciais e a análise da cena do crime indicam outra dinâmica. Segundo a polícia, a vítima teria sido surpreendida por trás, imobilizada e baleada. O que disseram as autoridades? De acordo com o delegado Lucas de Souza Lopes, responsável pelo caso, as provas reunidas apontam inconsistências na versão apresentada pelo suspeito. As conclusões da perícia indicam uma dinâmica diferente da relatada pelo oficial. O e fraude processual. A denúncia foi aceita pela Justiça, e o caso será julgado pelo Tribunal do Júri. Os advogados têm prazo para apresentar defesa. O Ministério Público também solicitou a oitiva de 25 testemunhas durante a instrução do processo. A filha da vítima, de 7 anos, deverá prestar depoimento especial.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/caso-gisele-tenente-coronel-muda-versao-e-admite-relacao-sexual-com-pm-horas-antes-da-morte
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