Política

Padilha cita cinco nomes do governo para disputa em SP e defende Haddad como opção

Ao SBT News, ministro da Saúde elogia Alckmin, projeta protagonismo do grupo ligado a Lula e anuncia parcerias internacionais na área da saúde

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira (11), em entrevista ao SBT News, que cinco integrantes do governo federal têm peso eleitoral em São Paulo e podem atuar de forma estratégica na próxima disputa estadual.

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Ele citou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o ministro Márcio França e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Segundo Padilha, o grupo pode fortalecer tanto o projeto em São Paulo quanto a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Questionado sobre quem deveria disputar o governo paulista, Padilha evitou indicar um nome, mas sinalizou preferência por Haddad. Para o ministro, o chefe da Fazenda teria espaço para apresentar os resultados econômicos da gestão federal.

“O Brasil vai terminar esses quatro anos com a menor inflação média desde o Plano Real, a menor taxa de desemprego, aumento da massa salarial e isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Tem muita coisa para mostrar”, afirmou.

Padilha também reiterou que permanecerá no Ministério da Saúde até o fim do mandato, após assumir compromisso com Lula ao retornar à pasta. Ele citou como resultado da gestão o recorde de cirurgias eletivas realizadas pelo SUS em 2025.

Elogio a Alckmin

O ministro destacou a atuação do vice-presidente Geraldo Alckmin na retomada da indústria automobilística, nos investimentos em economia verde e na área da saúde, além da agenda de comércio exterior.

“O presidente Lula é quem define a chapa, mas ele vem fazendo um grande trabalho e pode contribuir aqui em São Paulo”, disse.

A articulação em torno da permanência de Alckmin como vice já havia sido antecipada pelo SBT News.

Parcerias internacionais na saúde

Durante a entrevista, Padilha confirmou que integrará a comitiva presidencial em viagem à Índia e à Coreia do Sul. Segundo ele, a saúde será um dos principais eixos das agendas internacionais.

O ministro afirmou que o governo pretende firmar parcerias para produção de medicamentos no Brasil, especialmente na área oncológica, em cooperação com instituições como a Fundação Oswaldo Cruz e empresas privadas.

Padilha destacou ainda investimentos financiados pelo Banco dos Brics, no valor superior a R$ 1,5 bilhão, para a construção de hospitais inteligentes no Brasil. As unidades utilizarão inteligência artificial e sistemas integrados de monitoramento.

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