Genial/Quaest: 45% aprovam e 49% desaprovam o governo Lula
Levantamento mostra que dados oscilaram dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais desde janeiro


SBT News
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) mostra que 45% dos brasileiros aprovam e 49% desaprovam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Houve uma oscilação dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais desde janeiro, quando a aprovação era de 47%. Já a desaprovação permaneceu estável.
Em fevereiro de 2024 51% dos brasileiros diziam aprovar o terceiro mandato de Lula no Planalto e 46% o reprovavam. Houve oscilações relevantes no período, com pico de desaprovação do governo batendo 57% em maio de 2025, mês de alta da inflação e deflagração do escândalo de fraude no INSS.

Ainda de acordo com a pesquisa, a aprovação do presidente é maior entre mulheres, nordestinos, mais velhos, católicos, com grau de escolaridade até o ensino fundamental e entre aqueles que recebem até dois salários mínimos (R$ 3.242).
O levantamento da Genial/Quaest entrevistou presencialmente 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais de 5 a 9 de fevereiro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais em um intervalo de confiança de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00249/2026.
Avaliação do governo
Quando perguntados sobre a avaliação do governo, 39% dos entrevistados têm visão negativa, 33% positiva e 26%, regular. Em julho de 2024, a avaliação ruim e regular era de 30%, e 36% viam a gestão como boa. A trajetória tem sido de piora para o governo desde então, com leves oscilações para cima e para baixo.

Potencial de Voto
A pesquisa mostra também que a rejeição a Lula tem crescido desde janeiro de 2025, com 54% dos eleitores dizendo que não votariam no presidente se a eleição fosse hoje, ante 49% no início do ano passado.
A alta rejeição é parelha à do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que não seria o nome escolhido de 55% dos eleitores. O potencial de voto em Flávio, contudo, segue trajetória de alta: passou de 22% entre eleitores que o conhecem e votariam nele, em agosto de 2025, para 36% atualmente. O fenômeno reflete sobretudo um aumento na projeção nacional de Flávio entre o eleitorado.










