Motta cria grupo de trabalho para debater PL da Misoginia na Câmara
Colegiado será presidido pela deputada Tabata Amaral; texto equipara misoginia a racismo e prevê penas de 2 a 5 anos de prisão
Jessica Cardoso
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta sexta-feira (24) a criação de um grupo de trabalho para debater o projeto de lei (PL) 896/23, conhecido como PL da Misoginia.
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O colegiado será presidido pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá prazo de 45 dias para concluir os trabalhos. O grupo será formado por um representante de cada partido, indicado pelas respectivas lideranças.
“O Parlamento tem seus ritos. Temos um tempo para o debate, o diálogo e a construção dos consensos. [...] O GT assegura debate técnico e aprofundado. Ao mesmo tempo, agiliza a pauta para que a tramitação seja mais rápida e chegue ao plenário”, disse em vídeo publicado no Instagram.
O projeto foi aprovado pelo Senado em 24 de abril e seguiu para análise da Câmara dos Deputados. A proposta equipara a misoginia, caracterizada como ódio ou aversão às mulheres, ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível.
Na prática, a medida altera a Lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989) para incluir explicitamente a misoginia.
O texto estabelece pena de 2 a 5 anos de prisão, além de multa, e tem como objetivo coibir discursos de ódio e práticas discriminatórias baseadas na ideia de superioridade masculina.
Motta cria grupo de trabalho para debater PL da Misoginia na Câmara Colegiado será presidido pela deputada Tabata Amaral; texto equipara misoginia a racismo e prevê penas de 2 a 5 anos de prisãoPolítica2026-04-24T19:38:22.201ZO presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta sexta-feira (24) a criação de um grupo de trabalho para debater o projeto de lei (PL) 896/23, conhecido como PL da Misoginia. O colegiado será presidido pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá prazo de 45 dias para concluir os trabalhos. O grupo será formado por um representante de cada partido, indicado pelas respectivas lideranças. “O Parlamento tem seus ritos. Temos um tempo para o debate, o diálogo e a construção dos consensos. [...] O GT assegura debate técnico e aprofundado. Ao mesmo tempo, agiliza a pauta para que a tramitação seja mais rápida e chegue ao plenário”, disse em vídeo publicado no Instagram. e seguiu para análise da Câmara dos Deputados. A proposta equipara a misoginia, caracterizada como ódio ou aversão às mulheres, ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível. Na prática, a medida altera a Lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989) para incluir explicitamente a misoginia. O texto estabelece pena de 2 a 5 anos de prisão, além de multa, e tem como objetivo coibir discursos de ódio e práticas discriminatórias baseadas na ideia de superioridade masculina. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/motta-cria-grupo-de-trabalho-para-debater-pl-da-misoginia-na-camara
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