Política

Flávio evita comentar post de Michelle sobre Tarcísio: "Quem ganha com briga no nosso grupo é a esquerda"

Senador pré-candidato à Presidência afirma que não conversou com ex-primeira-dama nos últimos dias: "Não vou ficar cobrando. As pessoas têm o tempo delas"

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Flávio Bolsonaro (PL) evitou comentar nesta quinta-feira (15) postagem de Michelle (PL) feita nesta semana sobre Tarcísio de Freitas (Republicanos), vista como sinal de apoio ao governador de São Paulo em dia de pesquisa Meio/Ideia que mostrou chefe do Executivo paulista mais competitivo do que o senador em disputa contra o presidente Lula (PT) em eventual segundo turno das eleições de 2026. Levantamento da Genial/Quaest divulgado nessa quarta (14) apontou cenário parecido.

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"Não falei com ela nos últimos dois dias, não conversei com ela ainda [sobre esse assunto]", disse o pré-candidato à Presidência. "Mas assim, da minha parte, vou sempre buscar unidade. Só quem ganha com briga dentro do nosso grupo é a esquerda. Não sou burro pra cair nessa pegadinha", afirmou o senador a jornalistas, após visitar o pai, ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília.

Além de republicar vídeo de Tarcísio com críticas à política econômica de Lula, Michelle curtiu comentário da primeira-dama de São Paulo, Cristiane Freitas, em que esposa do governador disse que o Brasil "precisa de um novo CEO, meu marido!". Movimentações ocorrem num momento em que se cobra apoio mais explícito do chefe do Executivo estadual à pré-candidatura do filho mais velho de Bolsonaro.

Flávio falou hoje várias que vezes que sua estratégia de momento é "buscar unidade". "É união. É o que vou continuar buscando sempre, porque esse é o caminho. Não vou ficar cobrando qual tempo de cada um [para apoiá-lo na candidatura]. De eles estarem mais ou menos efusivamente [na campanha]. As pessoas têm o tempo delas. Não vou ficar cobrando ninguém. Vou fazer minha parte."

"Situação concreta é que sou pré-candidato indicado por Bolsonaro. Tenho carta escrita e assinada por ele. Nunca costurei [isso], nunca rodei o Brasil por isso, nunca corri o Brasil para ser candidato. Acredito que é projeto de Deus, que Deus usou meu pai pra tomar essa decisão. Até pesquisas que tenho desconfiança mostram crescimento rápido, consolidado. Minha pré-candidatura não tem volta, não tem página virada", acrescentou.

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