“Diabo Loiro” é alvo de operação contra lavagem de dinheiro em SP
Eduardo Magrini, influenciador digital e produtor rural, é suspeito de usar empresas em nome de laranjas para lavar dinheiro
Naiara Ribeiro, Agência SBT
08/05/2026, 11:50 • Atualizado em 08/05/2026, 11:50
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Á esquerda, dinheiro apreendido na Operação Caronte. Á direita, Diabo Loiro ostentando nas redes sociais | Reprodução PC/Instagram
A Polícia Civil de São Paulo e o Ministério Público deflagraram, na manhã desta sexta-feira (8), a Operação Caronte, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro. Entre os investigados estão o produtor rural e influenciador Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”. Ele também éex-padastro de MC Ryan SP, preso na Operação Narco Fluxo.
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Segundo as investigações, empresas de sócios laranja de transporte e rodeio eram usadas para movimentar dinheiro de origem criminosa e dar aparência legal aos valores.
Eduardo Magrini ostentava patrimônio milionário nas redes sociais, o que ajudou os investigadores a relacioná-lo às empresas alvo da operação, segundo a polícia. O filho dele também é investigado e foi alvo de mandados de busca nesta sexta-feira. A suspeita é de que ele tenha movimentado dinheiro ilícito por meio de empresas do ramo musical.
As investigações sobre lavagem de dinheiro envolvendo Magrini começaram em 2016 e avançaram após análises de dados fiscais e bancários feitas por órgãos de fiscalização. Segundo a polícia, as movimentações financeiras identificadas eram incompatíveis com a renda declarada pelos investigados. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 10 milhões em contas ligadas aos suspeitos, além do bloqueio de veículos e outros bens. Ao todo, a operação cumpre 11 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campinas, Atibaia, Monte Mor, Sumaré, Limeira, Mogi das Cruzes, Osasco e Taquaritinga.
Durante a operação, foram apreendidos caminhões, carros, dinheiro em espécie e animais, entre eles bois e cavalos. Segundo os investigadores, um dos animais apreendidos foi o boi “Império”, considerado o terceiro mais bem avaliado do país.
No ano passado, Eduardo Magrini foi preso preventivamente em uma investigação do GAECO de Campinas. Na época, ele era suspeito de envolvimento em um plano do PCC para matar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho.
“Diabo Loiro” é alvo de operação contra lavagem de dinheiro em SPEduardo Magrini, influenciador digital e produtor rural, é suspeito de usar empresas em nome de laranjas para lavar dinheiro Cidades2026-05-08T11:50:44.768ZA Polícia Civil de São Paulo e o Ministério Público deflagraram, na manhã desta sexta-feira (8), a Operação Caronte, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro. Entre os investigados estão o produtor rural e influenciador Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”. Ele também é Segundo as investigações, empresas de sócios laranja de transporte e rodeio eram usadas para movimentar dinheiro de origem criminosa e dar aparência legal aos valores. Eduardo Magrini ostentava patrimônio milionário nas redes sociais, o que ajudou os investigadores a relacioná-lo às empresas alvo da operação, segundo a polícia. O filho dele também é investigado e foi alvo de mandados de busca nesta sexta-feira. A suspeita é de que ele tenha movimentado dinheiro ilícito por meio de empresas do ramo musical. As investigações sobre lavagem de dinheiro envolvendo Magrini começaram em 2016 e avançaram após análises de dados fiscais e bancários feitas por órgãos de fiscalização. Segundo a polícia, as movimentações financeiras identificadas eram incompatíveis com a renda declarada pelos investigados. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 10 milhões em contas ligadas aos suspeitos, além do bloqueio de veículos e outros bens. Ao todo, a operação cumpre 11 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campinas, Atibaia, Monte Mor, Sumaré, Limeira, Mogi das Cruzes, Osasco e Taquaritinga. Durante a operação, foram apreendidos caminhões, carros, dinheiro em espécie e animais, entre eles bois e cavalos. Segundo os investigadores, um dos animais apreendidos foi o boi “Império”, considerado o terceiro mais bem avaliado do país. No ano passado, Eduardo Magrini foi preso preventivamente em uma investigação do GAECO de Campinas. Na época, ele era suspeito de envolvimento em um plano do PCC para matar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/diabo-loiro-e-alvo-de-operacao-contra-lavagem-de-dinheiro-em-sp
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