Polícia

Argentina é flagrada fazendo gesto racista em bar no Rio e é obrigada a usar tornozeleira

Turista identificada como Agostina Paez chamou funcionário de 'macaco' e imitou o animal; ela está agora proibida de deixar a capital fluminense

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Uma turista argentina foi flagrada cometendo ato de racismo contra um funcionário de um bar no Rio de Janeiro. A mulher, identificada pela Polícia Civil como Agostina Paez, teve a identidade apreendida e passou a usar tornozeleira eletrônica, além de estar proibida de deixar a cidade.

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Segundo a investigação, na última quarta-feira (15), houve um desentendimento Agostina e suas amigas e um funcionário do bar, por causa de um suposto erro no pagamento. Ao sair do local, a argentina chamou o funcionário de "mono" ("macaco") e fez gestos imitando o animal.

O crime foi registrado em vídeo. As imagens foram gravadas pela própria vítima e mostram o momento do insulto racial. Em um dos vídeos, é possível ver que uma das amigas tenta impedir a argentina de continuar com os gestos racistas.

O crime de racismo é inafiançável e imprescritível, conforme a legislação brasileira. Casos envolvendo estrangeiros são tratados da mesma forma que os cometidos por cidadãos brasileiros.

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