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Venezuelanos se dividem sobre captura de Maduro

Prisão do ditador é a ação mais direta dos Estados Unidos na América Latina desde a invasão do Panamá, em 1989

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Venezuelanos se dividiram sobre a captura de Nicolás Maduro. Em Caracas, parte da população comemorou a queda do ditador e, ao mesmo tempo, teme novos conflitos.

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Venezuelanos pelo mundo celebraram a captura do ditador em atos emocionados, enquanto protestos contra a intervenção norte-americana ocorreram em Paris, Atenas, Bogotá e cidades dos EUA.

Residentes na capital chilena, Santiago, e em Buenos Aires, na Argentina, foram vistos comemorando a ação norte-americana.

Os EUA atacaram a Venezuela e depuseram seu presidente autocrático de longa data, Nicolás Maduro, na manhã de sábado, disse o presidente Donald Trump, na intervenção mais direta de Washington na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989.

"A notícia da captura de Nicolás Maduro nos enche de profunda alegria. Alegria porque ele é o responsável pela morte, tortura, e até hoje, ele está por trás dos sequestros de muitos estrangeiros também na Venezuela; ele está por trás da fome que assola o país. Na Venezuela, tudo de pior. Quando se pensa em Nicolás Maduro, ele é o autor de tudo isso", diz o ativista de Direitos Humanos Max Graterol.

Desde o ano 2000, cerca de 7,7 milhões de venezuelanos deixaram o país, sendo que 85% deles vivem na América Latina, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU.

A Colômbia, país vizinho, recebeu a maior parte dessa diáspora, com cerca de 2.828.195 pessoas, seguida pelo Chile, em quarto lugar, com 669.408, de acordo com a plataforma R4V, um grupo de ONGs regionais que auxilia migrantes e refugiados da Venezuela a obterem acesso a direitos e serviços básicos, proteção, além de autossuficiência e integração socioeconômica, e que foi criada pela OIM.

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