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Milei chegou à Casa Branca por volta das 13h30, no horário local. A reunião, que inicialmente seria a portas fechadas, acabou virando um almoço de trabalho com as equipes dos dois governos. O encontro foi adiado por causa do retorno de Trump do Oriente Médio, onde o norte-americano assinou um acordo de paz para a Faixa de Gaza.
Durante a coletiva, Trump reafirmou sua postura em relação ao Hamas: “se eles não se desarmarem, nós mesmos os desarmaremos. Eles sabem que não estou brincando”.
O presidente norte-americano confirmou que os Estados Unidos vão comprar o equivalente a US$ 2 bilhões em pesos argentinos, com taxas mais baixas que as do mercado, o que deve ajudar a estabilizar a moeda do país vizinho. O apoio financeiro chega às vésperas das eleições legislativas da Argentina, marcando um gesto político importante a Milei.
Durante o almoço, o presidente argentino agradeceu a ajuda e reforçou seu discurso: “seguimos combatendo a ameaça que é o socialismo”. Em resposta, Trump declarou: “Vou te apoiar totalmente, mas se ele não ganhar, não contem conosco. Nossos acordos dependem de quem vencer a eleição”, sugerindo que a continuidade da ajuda dependerá do cenário político argentino.
Questionado sobre a influência da China na América do Sul, Trump evitou comentar diretamente, mas destacou a aproximação dos Estados Unidos com outros países da região, citando o Brasil como exemplo: “tive uma conversa muito boa com o presidente brasileiro. Nós nos encontramos nas Nações Unidas antes dos discursos”.
Apesar do tom amistoso com o Brasil, Trump voltou a criticar o grupo BRICS, afirmando que o bloco “atacou o dólar” e por isso os Estados Unidos decidiram aumentar tarifas de importação sobre os países integrantes.
A Argentina chegou a acertar sua entrada no BRICS em 2023, durante o governo de Alberto Fernández, mas Milei rejeitou o convite logo após tomar posse, dizendo que a adesão “não seria oportuna”. Na época, o governo brasileiro disse que já esperava a decisão.
Trump recebe Javier Milei na Casa Branca e cita conversa com LulaReunião ocorre dias após ligação entre Trump e Lula e marca aproximação dos EUA com países da América do SulMundo2025-10-15T01:17:41.851ZO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu nesta terça-feira (14) o presidente da Argentina, Javier Milei, na Casa Branca. O encontro teve como principal pauta o novo . Milei chegou à Casa Branca por volta das 13h30, no horário local. A reunião, que inicialmente seria a portas fechadas, acabou virando um almoço de trabalho com as equipes dos dois governos. O encontro foi adiado por causa do retorno de Trump do Oriente Médio, onde o norte-americano assinou um acordo de paz para a Faixa de Gaza. Durante a coletiva, Trump reafirmou sua postura em relação ao Hamas: “se eles não se desarmarem, nós mesmos os desarmaremos. Eles sabem que não estou brincando”. O presidente norte-americano confirmou que os Estados Unidos vão comprar o equivalente a US$ 2 bilhões em pesos argentinos, com taxas mais baixas que as do mercado, o que deve ajudar a estabilizar a moeda do país vizinho. O apoio financeiro chega às vésperas das eleições legislativas da Argentina, marcando um gesto político importante a Milei. Durante o almoço, o presidente argentino agradeceu a ajuda e reforçou seu discurso: “seguimos combatendo a ameaça que é o socialismo”. Em resposta, Trump declarou: “Vou te apoiar totalmente, mas se ele não ganhar, não contem conosco. Nossos acordos dependem de quem vencer a eleição”, sugerindo que a continuidade da ajuda dependerá do cenário político argentino. Questionado sobre a influência da China na América do Sul, Trump evitou comentar diretamente, mas destacou a aproximação dos Estados Unidos com outros países da região, citando o Brasil como exemplo: “tive uma conversa muito boa com o presidente brasileiro. Nós nos encontramos nas Nações Unidas antes dos discursos”. Ainda não há data confirmada para uma reunião presencial entre Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, mas o . Apesar do tom amistoso com o Brasil, Trump voltou a criticar o grupo BRICS, afirmando que o bloco “atacou o dólar” e por isso os Estados Unidos decidiram aumentar tarifas de importação sobre os países integrantes. A Argentina chegou a acertar sua entrada no BRICS em 2023, durante o governo de Alberto Fernández, mas Milei rejeitou o convite logo após tomar posse, dizendo que a adesão “não seria oportuna”. Na época, o governo brasileiro disse que já esperava a decisão.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/trump-recebe-javier-milei-na-casa-branca-e-cita-conversa-com-lula
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