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Trump chama aliados da Otan de covardes por falta de apoio na guerra contra o Irã

Presidente pediu apoio de Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Holanda, Japão e Canadá; nenhum país foi consultado antes de ataque EUA-Israel

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Navios-tanque navegam no Golfo Pérsico, perto do Estreito de Ormuz | Foto: Reuters/Stringer - 11.03.2026
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O presidente Donald Trump atacou os aliados da Otan nesta sexta-feira (20) pelo que ele classificou de falta de apoio à guerra contra o Irã. Trump chamou os aliados de longa data dos EUA de covardes. "Sem os EUA, a OTAN É UM TIGRE DE PAPEL!", disse Trump em uma publicação nas redes sociais.

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Trump tem pedido a aliados dos EUA e a outros países -- nenhum dos quais foi consultado ou assessorado sobre a guerra-- que ajudem a garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, controlado pelo Irã. O conflito abalou os mercados globais, matou milhares de vítimas e deslocou milhões desde que os ataques conjuntos EUA-Israel começaram em 28 de fevereiro.

"Agora que a luta foi VENCIDA militarmente, com muito pouco perigo para eles, reclamam dos altos preços do petróleo que são obrigados a pagar, mas não querem ajudar a abrir o Estreito de Ormuz, uma simples manobra militar que é a única razão para os altos preços do petróleo. Tão fácil para eles fazerem isso, com tão pouco risco", escreveu ele. "COVARDES, e nós nos LEMBRAREMOS!"

Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Holanda, Japão e Canadá disseram, em uma declaração conjunta na quinta-feira (19), unir esforços para garantir a passagem segura pelo Estreito. Mas o chanceler alemão, Friedrich Merz, deixou claro que isso pressupõe o fim dos combates.

Estreito de Ormuz | Arte/SBT
Estreito de Ormuz | Arte/SBT

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou após uma cúpula da União Europeia em Bruxelas, que defender o direito internacional e promover a desescalada era "o melhor que podemos fazer", acrescentando: "Não ouvi ninguém aqui expressar a vontade de entrar neste conflito — muito pelo contrário".

Policiais inspecionam parte de um míssil iraniano em uma sala de estar em Rehovot, Israel | Tomer Appelbaum/Reuters
Policiais inspecionam parte de um míssil iraniano em uma sala de estar em Rehovot, Israel | Tomer Appelbaum/Reuters

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