Ronaldo faz 50: o Fenômeno que transformou a camisa 9
Atacante combinou velocidade, drible e finalização em uma trajetória marcada por quatro Copas do Mundo
Julia Delaosa
Fenômeno brilhou na partida e marcou 2 gols, dando início à campanha que o levaria a se tornar o maior artilheiro da história das Copa até então | Reprodução/Fifa
Ronaldo Nazário completa 50 anos nesta terça-feira (22). Ao longo da carreira, o ex-atacante ficou marcado pelos gols, dribles e arrancadas, características que ajudaram a ampliar a imagem do tradicional camisa 9 no futebol.
Mais do que um jogador de área, Ronaldo combinava velocidade, condução de bola, drible e capacidade de finalização. A característica apareceu com força na passagem pelo Barcelona, na temporada 1996/97, quando alcançou sua maior média de gols por um clube. Em seu único ano no time, marcou 47 gols em 49 partidas oficiais, sendo 34 em 37 jogos pelo Campeonato Espanhol.
Uma camisa 9 em quatro Copas
Ronaldo Fenômeno segurando dois troféus da Copa do Mundo (Reprodução/Instagram)
A trajetória de Ronaldo pela Seleção também ajuda a entender a dimensão que o atacante alcançou. Em 1994, aos 17 anos, ele integrou o elenco campeão mundial, mas não entrou em campo. Quatro anos depois, na França, já era uma das principais referências do Brasil e marcou quatro gols em sete partidas.
Em 2002, veio o capítulo mais marcante. Depois de passar por problemas físicos que o deixaram afastado por longo período, Ronaldo voltou à Copa e terminou o torneio como artilheiro, com oito gols. Na final contra a Alemanha, marcou os dois gols da vitória por 2 a 0 que garantiu o pentacampeonato ao Brasil.
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Na Copa de 2006, na Alemanha, Ronaldo marcou mais três vezes e chegou aos 15 gols em Mundiais. Naquele momento, tornou-se o maior artilheiro da história da competição, superando os 14 gols de Gerd Müller. O recorde permaneceu até 2014, quando Miroslav Klose chegou a 16.
O legado do Fenômeno
Ao todo, Ronaldo marcou 15 gols em 19 partidas de Copas do Mundo. Os números também mostram a evolução de seu papel na Seleção: de um jovem que não entrou em campo em 1994 ao protagonista do título de 2002 e recordista de gols em Mundiais em 2006.
A carreira ajudou a ampliar a imagem do camisa 9 como um atacante que também podia participar da construção das jogadas, conduzir a bola em velocidade e partir para cima dos defensores. No caso de Ronaldo, essas características se somavam à capacidade de finalização e à presença na área.
Aos 50 anos, o Fenômeno deixa uma trajetória que atravessa quatro Copas e uma geração de atacantes marcada por uma combinação particular de força, velocidade, técnica e gols.
Ronaldo faz 50: o Fenômeno que transformou a camisa 9Atacante combinou velocidade, drible e finalização em uma trajetória marcada por quatro Copas do MundoMundo2026-09-22T20:48:42.123ZRonaldo Nazário completa 50 anos nesta terça-feira (22). Ao longo da carreira, o ex-atacante ficou marcado pelos gols, dribles e arrancadas, características que ajudaram a ampliar a imagem do tradicional camisa 9 no futebol. Mais do que um jogador de área, Ronaldo combinava velocidade, condução de bola, drible e capacidade de finalização. A característica apareceu com força na passagem pelo Barcelona, na temporada 1996/97, quando alcançou sua maior média de gols por um clube. Em seu único ano no time, marcou 47 gols em 49 partidas oficiais, sendo 34 em 37 jogos pelo Campeonato Espanhol. Uma camisa 9 em quatro Copas A trajetória de Ronaldo pela Seleção também ajuda a entender a dimensão que o atacante alcançou. Em 1994, aos 17 anos, ele integrou o elenco campeão mundial, mas não entrou em campo. Quatro anos depois, na França, já era uma das principais referências do Brasil e marcou quatro gols em sete partidas. Em 2002, veio o capítulo mais marcante. Depois de passar por problemas físicos que o deixaram afastado por longo período, Ronaldo voltou à Copa e terminou o torneio como artilheiro, com oito gols. Na final contra a Alemanha, marcou os dois gols da vitória por 2 a 0 que garantiu o pentacampeonato ao Brasil. Na Copa de 2006, na Alemanha, Ronaldo marcou mais três vezes e chegou aos 15 gols em Mundiais. Naquele momento, tornou-se o maior artilheiro da história da competição, superando os 14 gols de Gerd Müller. O recorde permaneceu até 2014, quando Miroslav Klose chegou a 16. O legado do Fenômeno Ao todo, Ronaldo marcou 15 gols em 19 partidas de Copas do Mundo. Os números também mostram a evolução de seu papel na Seleção: de um jovem que não entrou em campo em 1994 ao protagonista do título de 2002 e recordista de gols em Mundiais em 2006. A carreira ajudou a ampliar a imagem do camisa 9 como um atacante que também podia participar da construção das jogadas, conduzir a bola em velocidade e partir para cima dos defensores. No caso de Ronaldo, essas características se somavam à capacidade de finalização e à presença na área. Aos 50 anos, o Fenômeno deixa uma trajetória que atravessa quatro Copas e uma geração de atacantes marcada por uma combinação particular de força, velocidade, técnica e gols. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/ronaldo-faz-50-o-fenomeno-que-transformou-a-camisa-9