Polícia analisa impressão digital em cigarro e resolve assassinato quase 50 anos depois
Norte-americana Jeannete Ralston foi assassinada em fevereiro de 1977; suspeito foi indiciado sob a acusação de homicídio
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SBT News
13/05/2025, 14:19 • Atualizado em 13/05/2025, 14:19
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Cigarro acesso em mão | Reprodução/ONU
Depois de quase 50 anos sem saber quem estrangulou e matou a norte-americana Jeannete Ralston, em fevereiro de 1977, em um bar na Califórnia, nos Estados Unidos, a polícia acredita que chegou na resposta.
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Os investigadores conseguiram cruzar uma impressão digital em uma caixa de cigarro popular na época, que apontou Willie Eugente Sims, de 69 anos, como o autor do crime. Ele foi indiciado na sexta-feira (9) sob a acusação de assassinato e está detido sem direito a fiança, segundo o jornal The New York Times.
cigarro
Ralston, que morreu com 24 anos, estava reunida com amigos quando foi comprar um cigarro e nunca mais voltou. Ele foi encontrada sem vida no banco de trás de um fusca.
A equipe de investigação original coletou as impressões digitais, realizou um retrato falado do suspeito e apreendeu evidências do caso. Nenhum dos materiais genéticos correspondia ao banco de informações do FBI. Porém, em 2018, uma atualização no algoritmo no servidor da autoridade esquentou o caso e o inquérito foi tirado da gaveta.
"Os examinadores de impressões digitais da polícia de San Jose nos disseram que tínhamos uma correspondência que levou nossos investigadores a uma pequena cidade em Ohio", conta o promotor Rob Baker ao The New York Times.
Na cidade, eles encontraram Willie Sims e cumpriram um mandado de busca expedido pela Justiça. Na época do crime, ele servia ao Exército do país e tinha 21 anos.
Em 1978, um ano depois de supostamente matar Ralston, ele foi condenado por agressão e tentativa de homicídio, além de ter ficado quatro anos detido em uma prisão estadual.
Com o cruzamento da impressão digital e a análise do retrado falado com uma foto dele à época, ele foi detido quase 50 anos depois.
“Nós nunca desistimos [do caso]”, disse o promotor Rob Baker.
A norte-americana Jeannete Ralston deixou Allen Raslton, filho de 6 anos na época do crime. Hoje, ele comemora as respostas sobre quem matou a mãe.
"Sabe, em toda a minha vida eu nunca entendi o que o Dia das Mães significa. Como se agradece a alguém por algo assim [pela prisão]?", afirmou Allen, aos 55 anos.
Polícia analisa impressão digital em cigarro e resolve assassinato quase 50 anos depoisNorte-americana Jeannete Ralston foi assassinada em fevereiro de 1977; suspeito foi indiciado sob a acusação de homicídioMundo2025-05-13T14:19:19.253ZDepois de quase 50 anos sem saber quem estrangulou e matou a norte-americana Jeannete Ralston, em fevereiro de 1977, em um bar na Califórnia, nos Estados Unidos, a polícia acredita que chegou na resposta. Os investigadores conseguiram cruzar uma impressão digital em uma caixa de cigarro popular na época, que apontou Willie Eugente Sims, de 69 anos, como o autor do crime. Ele foi indiciado na sexta-feira (9) sob a acusação de assassinato e está detido sem direito a fiança, segundo o jornal The New York Times. Ralston, que morreu com 24 anos, estava reunida com amigos quando foi comprar um cigarro e nunca mais voltou. Ele foi encontrada sem vida no banco de trás de um fusca. A equipe de investigação original coletou as impressões digitais, realizou um retrato falado do suspeito e apreendeu evidências do caso. Nenhum dos materiais genéticos correspondia ao banco de informações do FBI. Porém, em 2018, uma atualização no algoritmo no servidor da autoridade esquentou o caso e o inquérito foi tirado da gaveta. "Os examinadores de impressões digitais da polícia de San Jose nos disseram que tínhamos uma correspondência que levou nossos investigadores a uma pequena cidade em Ohio", conta o promotor Rob Baker ao The New York Times. Na cidade, eles encontraram Willie Sims e cumpriram um mandado de busca expedido pela Justiça. Na época do crime, ele servia ao Exército do país e tinha 21 anos. Em 1978, um ano depois de supostamente matar Ralston, ele foi condenado por agressão e tentativa de homicídio, além de ter ficado quatro anos detido em uma prisão estadual. Com o cruzamento da impressão digital e a análise do retrado falado com uma foto dele à época, ele foi detido quase 50 anos depois. “Nós nunca desistimos [do caso]”, disse o promotor Rob Baker. A norte-americana Jeannete Ralston deixou Allen Raslton, filho de 6 anos na época do crime. Hoje, ele comemora as respostas sobre quem matou a mãe. "Sabe, em toda a minha vida eu nunca entendi o que o Dia das Mães significa. Como se agradece a alguém por algo assim [pela prisão]?", afirmou Allen, aos 55 anos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/policia-analisa-impressao-digital-em-cigarro-e-resolve-assassinato-quase-50-anos-depois
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