PF mira grupo que burlava biometria facial para fraudar contas na plataforma Gov.BR
Investigação da Polícia Federal descobriu que suspeitos simulavam traços de terceiros para obter acesso indevido a contas e assumir controle de perfis
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Felipe Moraes
13/05/2025, 10:48 • Atualizado em 13/05/2025, 10:55
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Investigação descobriu que suspeitos utilizavam técnicas avançadas de alteração facial acessar sistemas de autenticação biométrica | Divulgação/PF
Um grupo criminoso suspeito de burlar biometria facial para cometer fraudes em contas vinculadas à plataforma Gov.BR é alvo da operaçãoFace Off, da Polícia Federal (PF), na manhã desta terça-feira (13).
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De acordo com a corporação, são cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Brasília, em nove estados: Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
"Criminosos simulavam traços faciais de terceiros para obter acesso indevido às contas digitais das vítimas, assumindo o controle total dos perfis e, consequentemente, de serviços públicos e informações pessoais sensíveis", explica a PF.
Investigados podem responder por crimes de invasão de dispositivo informático qualificada e associação criminosa.
PF mira grupo que burlava biometria facial para fraudar contas na plataforma Gov.BRInvestigação da Polícia Federal descobriu que suspeitos simulavam traços de terceiros para obter acesso indevido a contas e assumir controle de perfisCidades2025-05-13T10:48:16.431ZUm grupo criminoso suspeito de burlar biometria facial para cometer fraudes em contas vinculadas à plataforma Gov.BR é alvo da operação Face Off, da Polícia Federal (PF), na manhã desta terça-feira (13). De acordo com a corporação, são cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Brasília, em nove estados: Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Como golpe funcionava Investigação descobriu que suspeitos utilizavam técnicas avançadas de alteração facial para acessar sistemas de autenticação biométrica. "Criminosos simulavam traços faciais de terceiros para obter acesso indevido às contas digitais das vítimas, assumindo o controle total dos perfis e, consequentemente, de serviços públicos e informações pessoais sensíveis", explica a PF. Investigados podem responder por crimes de invasão de dispositivo informático qualificada e associação criminosa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/pf-mira-grupo-que-burlava-biometria-facial-para-fraudar-contas-na-plataforma-gov-br
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