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México continuará apoiando Bachelet para comandar ONU, diz Sheinbaum

Presidente mexicana afirma que a chilena "tem uma visão para a reconstrução da ONU como uma organização dedicada à resolução de conflitos internacionais"

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Presidente do México, Claudia Sheinbaum | 03/11/2025/Reuters/Henry Romero

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, disse nesta quarta-feira (25) que seu país continuará apoiando a candidatura da ex-presidente chilena Michelle Bachelet para secretária-geral da ONU, depois que o Chile retirou seu apoio no dia anterior.

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Sheinbaum afirmou que em breve falaria por telefone com a duas vezes presidente, cuja indicação foi apresentada pelos governos de México, Brasil e Chile antes da posse do presidente de direita José Antonio Kast neste mês.

"Acreditamos que Bachelet é a pessoa ideal para liderar as Nações Unidas e continuaremos a apoiá-la", declarou Sheinbaum em uma coletiva de imprensa diária.

Bachelet disse na terça-feira que manteria sua candidatura com o apoio do México e do Brasil, que ainda não comentou a decisão do Chile.

"Ela é uma mulher que busca a paz no mundo, que tem uma visão para a construção de direitos, para a resolução pacífica de conflitos, para a reconstrução da ONU como uma organização dedicada à resolução de conflitos internacionais e para o estabelecimento de uma declaração de direitos para todas as pessoas do mundo", disse Sheinbaum.

O Chile afirmou na terça-feira (24) que se absteria de apoiar qualquer candidato depois de ter retirado seu apoio a Bachelet, cuja candidatura Kast disse que seu antecessor, o esquerdista Gabriel Boric, não deveria ter apoiado.

Bachelet foi a primeira mulher chefe de Estado do Chile e agora está entre os principais candidatos a suceder o secretário-geral António Guterres.

Ela atuou como alta comissária da ONU para direitos humanos de 2018 a 2022 e diretora executiva da ONU Mulheres de 2010 a 2013.

(Reportagem de Sarah Morland e Aida Pelaez-Fernandez)

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