Luísa González, que disputou as eleições de 2023 com o atual presidente de extrema-direta Daniel Noboa, era investigada por financiamento irregular de campanha
Maria Fernanda Barros , com informações da Reuters
Luisa González durante campanha em Quito, 2023 | REUTERS/Karen Toro
Luisa González, ex-candidata à Presidência do Equador e liderança da esquerda no país, foi presa. A informação foi apresentada nesta quinta (22) por Gabriela Rivadeneira, uma das dirigentes do partido de González, o Revolução Cidadã. Aliada do ex-presidente Rafael Correa, a réu é investigada por supostas irregularidades no financiamento político e nos gastos de campanha.
González disputou duas vezes as eleições presidenciais contra o atual presidente de extrema-direita Daniel Noboa, da Ação Democrática: obteve, em 2023, 48% dos votos válidos contra 52% de Noboa, e ficou atrás novamente em 2025 com 44,4% contra os 55,6% de seu opositor.
A defesa de González alega que seu partido apresentou os gastos da campanha presidencial de 2023 ao órgão eleitoral e que a promotoria não possui provas para fundamentar suas acusações.
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Rafael Correa, que governou o país entre 2007 e 2017, demonstrou nas redes sociais indignação diante da prisão de sua aliada:
O presidente Daniel Noboa ainda não se manifestou. O político e empresário chegou a presidência através das eleições antecipadas de 2023, ano em que o Equador viveu a "morte cruzada", mecanismo que permitiu a dissolução do parlamento em meio à crise política do país.
Líder da oposição de esquerda no Equador é presaLuísa González, que disputou as eleições de 2023 com o atual presidente de extrema-direta Daniel Noboa, era investigada por financiamento irregular de campanha Mundo2026-10-22T16:51:12.259ZLuisa González, ex-candidata à Presidência do Equador e liderança da esquerda no país, foi presa. A informação foi apresentada nesta quinta (22) por Gabriela Rivadeneira, uma das dirigentes do partido de González, o Revolução Cidadã. Aliada do ex-presidente Rafael Correa, a réu é investigada por supostas irregularidades no financiamento político e nos gastos de campanha. González disputou duas vezes as eleições presidenciais contra o atual presidente de extrema-direita Daniel Noboa, da Ação Democrática: obteve, em 2023, 48% dos votos válidos contra 52% de Noboa, e ficou atrás novamente em 2025 com 44,4% contra os 55,6% de seu opositor. A defesa de González alega que seu partido apresentou os gastos da campanha presidencial de 2023 ao órgão eleitoral e que a promotoria não possui provas para fundamentar suas acusações. Rafael Correa, que governou o país entre 2007 e 2017, demonstrou nas redes sociais indignação diante da prisão de sua aliada: O presidente Daniel Noboa ainda não se manifestou. O político e empresário chegou a presidência através das eleições antecipadas de 2023, ano em que o Equador viveu a "morte cruzada", mecanismo que permitiu a dissolução do parlamento em meio à crise política do país.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/lider-da-oposicao-de-esquerda-no-equador-e-presa
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