Juíza arquiva processo contra Trump sobre documentos sigilosos
Segundo a magistrada, nomeada por Trump, o procurador não poderia ter levado o caso à Justiça porque sua nomeação teria sido imprópria
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SBT News
15/07/2024, 15:35 • Atualizado em 16/07/2024, 00:57
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Donald Trump | AP Photo/Marta Lavandier
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A juíza Aillen Cannon, apoiou a alegação dos advogados de defesa do republicano, que alegaram que o promotor do caso, Jack Smith, não possuía autoridade para levar o caso à Justiça, por ter sido nomeado pelo procurador-geral Merrick Garland, em vez de ser confirmado pelo Congresso, e que seu escritório foi financiado inadequadamente pelo Departamento de Justiça. A promotoria ainda pode recorrer.
"Se os ramos políticos desejarem conceder ao Procurador-Geral o poder de nomear o Procurador Especial Smith para investigar e processar esta ação com todos os poderes de um Procurador dos Estados Unidos, há um meio válido para fazê-lo", escreveu Cannon em uma ordem de 93 páginas que concede o pedido da defesa para rejeitar o caso. Esse mecanismo é através da aprovação do Congresso, concluiu.
Aillen Cannon foi nomeada por Trump para o cargo. Ela foi alvo de críticas durante a investigação do FBI quando nomeou um árbitro independente para inspecionar os documentos confidenciais recuperados durante a busca de agosto de 2022 em Mar-a-Lago, uma decisão que foi anulada meses depois por um painel federal de apelações unânime.
Desde então, ela tem demorado a emitir decisões — favorecendo a estratégia de Trump de garantir atrasos — e tem acolhido argumentos da defesa que especialistas disseram que outros juízes teriam rejeitado sem audiências. Em maio, ela cancelou indefinidamente a data do julgamento em meio a uma série de questões legais não resolvidas.
* Com informações da Associated Press
Juíza arquiva processo contra Trump sobre documentos sigilososSegundo a magistrada, nomeada por Trump, o procurador não poderia ter levado o caso à Justiça porque sua nomeação teria sido imprópriaMundo2024-07-15T15:35:32.857ZA Justiça Federal dos Estados Unidos encerrou o processo criminal no qual o ex-presidente dos Estados Unidos,p, era acusado de Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida. A juíza Aillen Cannon, apoiou a alegação dos advogados de defesa do republicano, que alegaram que o promotor do caso, Jack Smith, não possuía autoridade para levar o caso à Justiça, por ter sido nomeado pelo procurador-geral Merrick Garland, em vez de ser confirmado pelo Congresso, e que seu escritório foi financiado inadequadamente pelo Departamento de Justiça. A promotoria ainda pode recorrer. "Se os ramos políticos desejarem conceder ao Procurador-Geral o poder de nomear o Procurador Especial Smith para investigar e processar esta ação com todos os poderes de um Procurador dos Estados Unidos, há um meio válido para fazê-lo", escreveu Cannon em uma ordem de 93 páginas que concede o pedido da defesa para rejeitar o caso. Esse mecanismo é através da aprovação do Congresso, concluiu. Aillen Cannon foi nomeada por Trump para o cargo. Ela foi alvo de críticas durante a investigação do FBI quando nomeou um árbitro independente para inspecionar os documentos confidenciais recuperados durante a busca de agosto de 2022 em Mar-a-Lago, uma decisão que foi anulada meses depois por um painel federal de apelações unânime. Desde então, ela tem demorado a emitir decisões — favorecendo a estratégia de Trump de garantir atrasos — e tem acolhido argumentos da defesa que especialistas disseram que outros juízes teriam rejeitado sem audiências. Em maio, ela cancelou indefinidamente a data do julgamento em meio a uma série de questões legais não resolvidas. * Com informações da Associated PressSão PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/juiza-arquiva-processo-contra-trump-sobre-documentos-sigilosos
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