Israel faz maior ataque contra Beirute dos últimos anos
Segundo Tel Aviv, centro de controle do Hezbollah funcionava no prédio atingido. Mais de 700 mortes foram registradas no Líbano só nesta semana
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Sérgio Utsch
28/09/2024, 02:20 • Atualizado em 28/09/2024, 02:20
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O alvo, segundo o governo de Tel Aviv, era um centro de controle do Hezbollah, grupo extremista apoiado pelo Irã, e reduziu pela metade a capacidade bélica do grupo.
O ataque foi um dos mais graves dos últimos anos, e o maior desde o início da guerra em Gaza. Bombeiros trabalham nos escombros em busca de vítimas na capital libanesa. O Irã já se manifestou, alertando que o bombardeio desta sexta-feira muda as "regras do jogo" e prometeu retaliação contra Israel.
Também nesta sexta (27), sirenes de alerta tocaram em cidades israelenses como Haifa. Em Haifa, no norte do país, o sistema antiaéreo foi acionado para conter possíveis ameaças. Grupos como os Houtis, do Iêmen, também aliados do Irã, reivindicaram ataques a duas cidades israelenses, incluindo Tel Aviv, usando mísseis balísticos.
Em outras regiões do Líbano, os bombardeios continuaram. Na cidade de Sheeba, nove pessoas de uma mesma família morreram, quatro delas crianças, segundo o prefeito local. O número de mortos no Líbano só nesta semana já ultrapassa 720 pessoas. Cerca de 30 mil pessoas cruzaram a fronteira com a Síria para fugir dos bombardeios, sendo que 80% desses refugiados são sírios que haviam deixado seu país fugindo do regime de Bashar Al Assad.
Israel faz maior ataque contra Beirute dos últimos anosSegundo Tel Aviv, centro de controle do Hezbollah funcionava no prédio atingido. Mais de 700 mortes foram registradas no Líbano só nesta semana
Mundo2024-09-28T02:20:45.076Z Forças israelenses realizaram um ataque a um prédio em Beirute, capital do Líbano, logo após o na ONU. O alvo, segundo o governo de Tel Aviv, era um centro de controle do Hezbollah, grupo extremista apoiado pelo Irã, e reduziu pela metade a capacidade bélica do grupo. O ataque foi um dos mais graves dos últimos anos, e o maior desde o início da guerra em Gaza. Bombeiros trabalham nos escombros em busca de vítimas na capital libanesa. O Irã já se manifestou, alertando que o bombardeio desta sexta-feira muda as "regras do jogo" e prometeu retaliação contra Israel. Também nesta sexta (27), sirenes de alerta tocaram em cidades israelenses como Haifa. Em Haifa, no norte do país, o sistema antiaéreo foi acionado para conter possíveis ameaças. Grupos como os Houtis, do Iêmen, também aliados do Irã, reivindicaram ataques a duas cidades israelenses, incluindo Tel Aviv, usando mísseis balísticos. Em outras regiões do Líbano, os bombardeios continuaram. Na cidade de Sheeba, nove pessoas de uma mesma família morreram, quatro delas crianças, segundo o prefeito local. O número de mortos no Líbano só nesta semana já ultrapassa 720 pessoas. Cerca de 30 mil pessoas cruzaram a fronteira com a Síria para fugir dos bombardeios, sendo que 80% desses refugiados são sírios que haviam deixado seu país fugindo do regime de Bashar Al Assad.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/israel-faz-maior-ataque-contra-beirute-dos-ultimos-anos
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