EUA apreendem sétimo petroleiro ligado à Venezuela no Caribe
Comando Sul dos EUA diz que ação faz parte da campanha para controlar exportação de petróleo venezuelano


Reuters
Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (20) a apreensão de mais um petroleiro ligado à Venezuela no Mar do Caribe, a sétima operação desse tipo desde o início da campanha do presidente Donald Trump para controlar o fluxo de petróleo venezuelano na região.
O Comando Sul das Forças Armadas dos EUA (U.S. Southern Command) informou que a embarcação Motor Vessel Sagitta foi abordada “sem incidentes” enquanto navegava no Caribe, em violação à quarentena de navios sancionados estabelecida pelos Estados Unidos.
Em nota, o comando militar afirmou que a ação demonstra a determinação americana em garantir que “o único petróleo que sair da Venezuela seja aquele coordenado de forma adequada e legal”. A divulgação incluiu imagens da apreensão publicadas em redes sociais oficiais.
Ações militares no Caribe
A ação faz parte de uma ofensiva mais ampla de Trump voltada a controlar a exportação e distribuição de petróleo venezuelano, após tentativas diplomáticas fracassadas para retirar o presidente Nicolás Maduro do poder.
Desde dezembro de 2025, os EUA intensificaram as apreensões de navios-tanque vinculados ao petróleo do país no Caribe. Essas medidas, segundo Washington, têm o objetivo de impedir que embarcações sancionadas escapem com carga de petróleo e de reduzir o fluxo que financia elites políticas venezuelanas.
Autoridades dos EUA afirmam que as apreensões visam reforçar sanções econômicas e impedir que navios sob restrições internacionais continuem exportando petróleo sem coordenação legal. A campanha ocorre em meio a uma grande presença militar americana na região.









