Comissão Interamericana de Direitos Humanos condena "práticas de terrorismo" na Venezuela
CIDH orienta pôr fim imediatamente às práticas que violam os direitos humanos e que a ordem democrática e o Estado de Direito devem voltar ao país
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Murillo Otavio
15/08/2024, 23:22 • Atualizado em 15/08/2024, 23:22
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bandeira dos estados unidos
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) condenou, nesta quinta-feira (15), as "práticas de violência institucional" realizadas pelo governo de Nicolás Maduro no contexto eleitoral venezuelano, incluindo repressão violenta, detenções arbitrárias, perseguição política, uso arbitrário da força e assédio judicial.
"O regime no poder está a semear o terror como uma ferramenta para silenciar os cidadãos e perpetuar o regime autoritário oficial no poder. A Venezuela deve pôr fim imediatamente às práticas que violam os direitos humanos e restaurar a ordem democrática e o Estado de direito,' afirmou.
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Após o pleito realizado no final de julho deste ano, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) disse que Nicolás Maduro foi eleito presidente da Venezuela. No entanto, as atas eleitorais, que atestariam a lisura do processo, não foram divulgadas. O órgão eleitoral é aliado do Maduro.
A líder da oposição, María Corina Machado, e o candidato opositor a Maduro, Edmundo González, afirmam que houve fraude na eleição e que o resultado eleitoral é falso. Segundo eles, o vencedor foi o González.
Comissão Interamericana de Direitos Humanos condena "práticas de terrorismo" na Venezuela CIDH orienta pôr fim imediatamente às práticas que violam os direitos humanos e que a ordem democrática e o Estado de Direito devem voltar ao paísMundo2024-08-15T23:22:40.591ZA Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) condenou, nesta quinta-feira (15), as "práticas de violência institucional" realizadas pelo governo de Nicolás Maduro no contexto eleitoral venezuelano, incluindo repressão violenta, detenções arbitrárias, perseguição política, uso arbitrário da força e assédio judicial.
"O regime no poder está a semear o terror como uma ferramenta para silenciar os cidadãos e perpetuar o regime autoritário oficial no poder. A Venezuela deve pôr fim imediatamente às práticas que violam os direitos humanos e restaurar a ordem democrática e o Estado de direito,' afirmou. Após o pleito realizado no final de julho deste ano, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) disse que Nicolás Maduro foi eleito presidente da Venezuela. No entanto, as atas eleitorais, que atestariam a lisura do processo, não foram divulgadas. O órgão eleitoral é aliado do Maduro. A líder da oposição, María Corina Machado, e o candidato opositor a Maduro, Edmundo González, afirmam que houve fraude na eleição e que o resultado eleitoral é falso. Segundo eles, o vencedor foi o González. Mediando a situação tenta no país vizinho, o presidente Lula disse nesta quinta-feira (15) que uma nova eleição venezuelana seria um caminho possível para restabelecer a ordem.
São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/comissao-interamericana-de-direitos-humanos-condena-praticas-de-terrorismo-na-venezuela
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