Caso Daniel Alves: Ministério Público recorre de decisão que anulou condenação de estupro em boate
Promotoria vai contestar a decisão de 2ª instância, que concluiu que o relato da vítima sobre o suposto estupro não era confiável
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Derick Toda
07/05/2025, 12:45 • Atualizado em 07/05/2025, 21:42
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Daniel Alves durante julgamento | Reprodução
O Ministério Público da Espanha, nesta quarta-feira (11), recorreu da decisão que anulou a condenação do ex-jogador Daniel Alves por estupro. O recurso foi instaurado na Supremo Corte do país.
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Segundo o jornal El País, a promotoria se sustenta em único fundamento legal e vai contestar a decisão da Justiça, que concluiu que o relato da vítima sobre o suposto estupro não era confiável o suficiente para a condenação do jogador.
Em março de 2024, a anulação da condenação de 4 anos e 6 meses de prisão se baseou no depoimento da vítima sobre o que ocorreu antes do suposto abuso. Os juízes entenderam que o relato da jovem, de 23 anos, não correspondia integralmente com as imagens das câmeras de segurança da boate Sutton, em Barcelona.
O abuso sexual teria ocorrido nos banheiros do local, em 31 de dezembro de 2022.
O Ministério Público afirmou no recurso que a condenação inicial foi "exaustiva e absolutamente racional", concluindo que o depoimento da vítima "foi crível". Além disso, o órgão destacou que houve provas suficientes para o crime, como Daniel Alves ter admitido que houve penetração - ele alega que foi consensual - e a análise de materiais genéticos na boca da jovem.
O ex-jogador do Barcelona e da seleção brasileira chegou a ficar 14 meses detido no centro penitenciário Brians. Ele saiu da cadeia ao reunir o valor de 1 milhão de euros (R$ 5,4 milhões) de fiança.
Desde o ocorrido, Daniel Alves apresentou cinco versões diferentes sobre o abuso, de forma oficial à Justiça ou não, negando o crime em todas elas.
Caso Daniel Alves: Ministério Público recorre de decisão que anulou condenação de estupro em boatePromotoria vai contestar a decisão de 2ª instância, que concluiu que o relato da vítima sobre o suposto estupro não era confiável Mundo2025-05-07T12:45:17.917ZO Ministério Público da Espanha, nesta quarta-feira (11), recorreu da decisão que anulou a condenação do ex-jogador Daniel Alves por estupro. O recurso foi instaurado na Supremo Corte do país. Segundo o jornal El País, a promotoria se sustenta em único fundamento legal e vai contestar a decisão da Justiça, que concluiu que o relato da vítima sobre o suposto estupro não era confiável o suficiente para a condenação do jogador. Em março de 2024, a anulação da condenação de se baseou no depoimento da vítima sobre o que ocorreu antes do suposto abuso. Os juízes entenderam que o relato da jovem, de 23 anos, não correspondia integralmente com as imagens das câmeras de segurança da boate Sutton, em Barcelona. O abuso sexual teria ocorrido nos banheiros do local, em 31 de dezembro de 2022. O Ministério Público afirmou no recurso que a condenação inicial foi "exaustiva e absolutamente racional", concluindo que o depoimento da vítima "foi crível". Além disso, o órgão destacou que houve provas suficientes para o crime, como Daniel Alves ter admitido que houve penetração - ele alega que foi consensual - e a análise de materiais genéticos na boca da jovem. O ex-jogador do Barcelona e da seleção brasileira chegou a ficar 14 meses detido no centro penitenciário Brians. Ele saiu da cadeia ao reunir o valor de 1 milhão de euros (R$ 5,4 milhões) de fiança. Desde o ocorrido, Daniel Alves apresentou cinco versões diferentes sobre o abuso, de forma oficial à Justiça ou não, negando o crime em todas elas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/caso-daniel-alves-ministerio-publico-recorre-de-decisao-que-anulou-condenacao-de-estupro-em-boate