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A ocorrência aconteceu em 4 de agosto, nas proximidades do Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, nos Estados Unidos.
De acordo com o relatório preliminar do NTSB divulgado nessa quinta-feira (27), o helicóptero e o Embraer E-170 da Envoy Air, que operava o voo 3742, tiveram uma "perda de separação" durante a operação aérea. O helicóptero havia partido de The Ellipse, área próxima à Casa Branca, enquanto o avião iniciava a subida após decolar da pista 1 do aeroporto.
O documento informa que o Brasil foi notificado para participar da investigação por meio do Cenipa, já que o avião de passageiros envolvido foi fabricado pela brasileira Embraer.
"De acordo com o Anexo 13 da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci), o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) do Brasil, representando o Estado de projeto da aeronave Embraer 170, foi notificado da investigação", disse, em documento oficial.
Apesar da proximidade entre as aeronaves, não houve feridos nem danos. O voo da Envoy Air seguiu normalmente até Pensacola, na Flórida, enquanto o Marine One concluiu seu voo local sem incidentes.
Uma estimativa preliminar da Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) apontou que as aeronaves chegaram a cerca de 1,5 km de distância lateral e cerca de 213 metros de distância vertical.
Segundo o NTSB, essa distância, na avaliação preliminar, atendia ao mínimo de separação por radar previsto pelas regras da FAA para aquele espaço aéreo. A agência, no entanto, ainda analisa os dados de vigilância para calcular e confirmar a distância mínima efetivamente registrada entre os dois aviões.
O relatório também aponta problemas de comunicação entre o Marine One e a torre de controle do Aeroporto Reagan. As primeiras tentativas da tripulação do helicóptero para estabelecer contato com o controle não foram recebidas ou chegaram de forma incompreensível.
Os pilotos do Marine One teriam avisado a torre sobre a decolagem, mas a comunicação aparentemente não foi ouvida pelos controladores. O aviso poderia dar prioridade à aeronave presidencial.
Desde 2025, a FAA adotou restrições para evitar operações simultâneas de helicópteros e aviões em determinadas áreas próximas ao aeroporto de Washington.
Após o incidente, técnicos da FAA identificaram deficiências de linha de visada que poderiam comprometer a comunicação entre a torre e a região de The Ellipse, de onde o helicóptero presidencial operava temporariamente devido a obras na Casa Branca.
O NTSB informou que a investigação continua em andamento e que as informações do relatório são preliminares e podem ser alteradas conforme novos dados sejam analisados.
Brasil é notificado por incidente com helicóptero de TrumpMarine One e avião da Envoy Air, um Embraer E170, ficaram a cerca de 1,5 km durante episódio em WashingtonMundo2026-08-28T14:13:16.516ZO Brasil foi notificado pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB) sobre a investigação de um , e um avião de passageiros da Envoy Air. O helicóptero transportava o presidente americano Donald Trump. A ocorrência aconteceu em 4 de agosto, nas proximidades do Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, nos Estados Unidos. De acordo com o relatório preliminar do NTSB divulgado nessa quinta-feira (27), o helicóptero e o Embraer E-170 da Envoy Air, que operava o voo 3742, tiveram uma "perda de separação" durante a operação aérea. O helicóptero havia partido de The Ellipse, área próxima à Casa Branca, enquanto o avião iniciava a subida após decolar da pista 1 do aeroporto. O documento informa que o Brasil foi notificado para participar da investigação por meio do Cenipa, já que o avião de passageiros envolvido foi fabricado pela brasileira Embraer. "De acordo com o Anexo 13 da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci), o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) do Brasil, representando o Estado de projeto da aeronave Embraer 170, foi notificado da investigação", disse, em documento oficial. Apesar da proximidade entre as aeronaves, não houve feridos nem danos. O voo da Envoy Air seguiu normalmente até Pensacola, na Flórida, enquanto o Marine One concluiu seu voo local sem incidentes. O que aconteceu entre o avião e o helicóptero? Uma estimativa preliminar da Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) apontou que as aeronaves chegaram a cerca de 1,5 km de distância lateral e cerca de 213 metros de distância vertical. Segundo o NTSB, essa distância, na avaliação preliminar, atendia ao mínimo de separação por radar previsto pelas regras da FAA para aquele espaço aéreo. A agência, no entanto, ainda analisa os dados de vigilância para calcular e confirmar a distância mínima efetivamente registrada entre os dois aviões. O relatório também aponta problemas de comunicação entre o Marine One e a torre de controle do Aeroporto Reagan. As primeiras tentativas da tripulação do helicóptero para estabelecer contato com o controle não foram recebidas ou chegaram de forma incompreensível. Os pilotos do Marine One teriam avisado a torre sobre a decolagem, mas a comunicação aparentemente não foi ouvida pelos controladores. O aviso poderia dar prioridade à aeronave presidencial. Desde 2025, a FAA adotou restrições para evitar operações simultâneas de helicópteros e aviões em determinadas áreas próximas ao aeroporto de Washington. Após o incidente, técnicos da FAA identificaram deficiências de linha de visada que poderiam comprometer a comunicação entre a torre e a região de The Ellipse, de onde o helicóptero presidencial operava temporariamente devido a obras na Casa Branca. O NTSB informou que a investigação continua em andamento e que as informações do relatório são preliminares e podem ser alteradas conforme novos dados sejam analisados. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/brasil-e-notificado-por-incidente-com-helicoptero-de-trump