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Ataque israelense na Faixa de Gaza deixa ao menos 18 mortos em meio a negociações de cessar-fogo

Bombardeios ocorreram um dia após o Hamas anunciar disposição para aceitar plano de paz proposto por Donald Trump

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Caio Aquino, com informações da Reuters
Destroços de prédios e escombros tomam as ruas após bombardeios em Gaza. Estruturas residenciais foram severamente danificadas pelos ataques israelenses no fim de semana, deixando dezenas de mortos e feridos, segundo autoridades locais | Reuters

Destroços de prédios e escombros tomam as ruas após bombardeios em Gaza. Estruturas residenciais foram severamente danificadas pelos ataques israelenses no fim de semana, deixando dezenas de mortos e feridos, segundo autoridades locais | Reuters

Palestinos vasculharam escombros neste domingo (5) após bombardeio israelense na noite anterior que deixou ao menos 18 mortos em um bairro na Faixa de Gaza.

Entre as vítimas estava o menino Ameer Shadi Mansour, de 6 anos. Seu pai, Shadi Mansour, recuperou o corpo do filho dos escombros com as próprias mãos. Segundo autoridades de saúde locais, a ofensiva danificou vários prédios vizinhos.

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O ataque ocorreu apesar do apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por um cessar-fogo após o Hamas sinalizar concordância em liberar reféns sob o plano de paz norte-americano.

Trump afirmou nesse sábado (4) que Israel aceitou uma "linha inicial de retirada" dentro de Gaza e que o cessar-fogo seria "imediatamente efetivo" após confirmação do Hamas.

Até o momento, não houve confirmação oficial de um acordo entre Israel e o grupo militante palestino.

O Exército de Israel informou ter mirado um militante do Hamas que representava ameaça às suas tropas e disse "lamentar qualquer dano causado a civis não envolvidos".

Em contrapartida, o Hamas acusou Israel de manter ataques contra civis mesmo após prometer reduzir suas operações militares no território.

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