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As investigações internas apontaram que os oficiais haviam manipulado informações críticas, além de terem violado as regras de engajamento do exército.
Segundo estas regras, são consideradas várias razões para justificar o ataque a um alvo. Eles precisam, por exemplo, ser visualmente identificados como ameaças. Neste caso específico, o major teria afirmado que havia gente armada no comboio e tomado a decisão de atacar com base em imagens granuladas, geradas por câmeras de drones. As investigações mostraram que não havia armas e que o veículo estava devidamente identificado como pertencendo à instituição de caridade .
“O ataque aos veículos de ajuda é um erro grave decorrente de uma falha grave devido a uma identificação errada, erros na tomada de decisões e um ataque contrário aos Procedimentos Operacionais Padrão”, informa a nota oficial do IDF, segundo a Associated Press.
A investigação foi encaminhada ao advogado-geral dos militares para definir se haverá mais punidos ou processados neste caso. As forças israelenses têm sofrido acusações até de aliados poderosos, como os Estados Unidos, de não fazer o suficiente para proteger os civis de Gaza em sua guerra com o Hamas.
O ataque por drone aconteceu horas após o grupo voluntário levar um carregamento de alimentos rumo ao norte de Gaza, que está isolado e seus habitantes estão passando fome.
Imagens nas redes sociais mostram que os corpos de cinco vítimas usavam equipamentos de proteção com a marca da instituição de caridade. Nome e nacionalidade das vítimas:
Saifeddin Issam Ayad Abutaha, Palestina, 43 anos
Lalzawmi (Zomi) Frankcom, Austrália, 43 anos
Damian Sobói, Polônia, 35 anos
Jacob Flickinger, Estados Unidos e Canadá, 33 anos
Israel demite dois oficiais após morte de voluntários em GazaIsraelenses são acusados por aliados por não se esforçarem para defender os civis na guerra contra o HamasMundo2024-04-05T12:55:47.803ZAs Forças de Defesa de Israel (IDF) demitiram um major e um comandante e repreenderam outros três que estavam, na última segunda-feira (1). As investigações internas apontaram que os oficiais haviam manipulado informações críticas, além de terem violado as regras de engajamento do exército. Segundo estas regras, são consideradas várias razões para justificar o ataque a um alvo. Eles precisam, por exemplo, ser visualmente identificados como ameaças. Neste caso específico, o major teria afirmado que havia gente armada no comboio e tomado a decisão de atacar com base em imagens granuladas, geradas por câmeras de drones. As investigações mostraram que não havia armas e que o veículo estava devidamente identificado como pertencendo à instituição de caridade . “O ataque aos veículos de ajuda é um erro grave decorrente de uma falha grave devido a uma identificação errada, erros na tomada de decisões e um ataque contrário aos Procedimentos Operacionais Padrão”, informa a nota oficial do IDF, segundo a Associated Press. A investigação foi encaminhada ao advogado-geral dos militares para definir se haverá mais punidos ou processados neste caso. As forças israelenses têm sofrido acusações até de aliados poderosos, como os Estados Unidos, de não fazer o suficiente para proteger os civis de Gaza em sua guerra com o Hamas. O ataque O ataque por drone aconteceu horas após o grupo voluntário levar um carregamento de alimentos rumo ao norte de Gaza, que está isolado e seus habitantes estão passando fome. Imagens nas redes sociais mostram que os corpos de cinco vítimas usavam equipamentos de proteção com a marca da instituição de caridade. Nome e nacionalidade das vítimas: São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/apos-investigacao-israel-demite-dois-oficiais-apos-matar-voluntarios-em-gaza
Ao SBT Brasil, Lula afirmou que mantém com Andrei Rodrigues uma relação institucional e destacou a atuação da Polícia Federal, com ele à frente da corporação