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Casa Branca se distancia do assunto Trump indiciado

O silêncio de Joe Biden sobre o fato do antecessor ter sido indiciado por crime em Nova York também fala

Casa Branca se distancia do assunto Trump indiciado
Monumento de Washington (Obelisco
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Washington DC - Na saída da residência oficial na última sexta-feira (30.mar), Joe Biden foi questionado sobre o indiciamento de Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos preferiu não comentar. Atitude correta e que carrega um significado. Diz o ditado que quem cala consente. O Democrata pode ter consentido, sem dizer, com a posição do júri popular que decidiu por unanimidade acusar o ex-presidente. Segundo os americanos que integraram o júri, Trump merece sentar na cadeira dos réus e ser julgado.

Republicanos oponentes do magnata na corrida presidencial do ano que vem saíram em defesa do primeiro presidente da história dos Estados Unidos a enfrentar uma ação criminal. Mike Pence disse que o indiciamento é um ultraje. Ron de Santis, midiático, afirmou que seu estado, a Florida, não vai extraditar Trump caso ele não compareça em Nova York.  Não será preciso. Apesar de espantado com a decisão do júri, segundo seu advogado, Trump promete estar em Manhattan na próxima terça-feira, dia 4 de Abril. Ele chegaria em Nova York um dia antes, na segunda-feira.

Em frente ao tribunal criminal, no sul da ilha nova-iorquina, uma imensidão de repórteres de todo o mundo já aguarda o ex-presidente, que terá as digitais colhidas e a foto tirada pelo caso de 2016. Naquele ano de corrida eleitoral, Trump é acusado de forjar uma informação sobre despesas de campanha. O ex-presidente teria informado que US$130 mil dólares foram pagos como despesas jurídicas. A promotoria de Nova York afirma que não foi bem assim. Segundo a acusação, Trump cometeu um crime ao mentir sobre o uso do valor que foi utilizado, na verdade, para comprar o silêncio de uma mulher que alegava ter tido com ele uma relação extraconjugal. 

Rose Garden na Casa Branca | Patricia Vasconcellos/SBT

Primavera de cerejeiras

A última semana deu início a primavera nesta parte do mundo. Na capital Washington, uma das atrações foi o espetáculo da floração das cerejeiras.  Em 1910 o presidente do Japão presenteou a cidade com 2 mil árvores. O primeiro lote chegou com um problema... uma praga que corroeu as mudas. Outras 3 mil cerejeiras foram enviadas dois anos depois. Cento e onze anos depois, as cerejeiras promovem um espetáculo que atrai turistas de várias cidades americanas. No Rose Garden de Jill Biden, na Casa Branca, duas cerejeiras saltavam aos olhos dos que passavam ali.

As bandeiras dos Estados Unidos e da Argentina no automóvel que transportou Alberto Fernandez. | Patricia Vasconcellos/SBT

Na última quarta-feira, 5, o presidente argentino Alberto Fernandez esteve na Casa Branca com uma comitiva que teve como um dos principais objetivos buscar ajuda para renegociar a dívida do país de U$ 44 bilhões com o Fundo Monetário Internacional. Os Estados Unidos têm poder de veto no FMI. Qualquer sinal de Biden no sentido de revisar o acordo da dívida, será positivo. O SBT News registrou a saída da equipe argentina do Salão Oval. O ministro da economia, Sergio Massa, estava sorridente. 

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