8 de Janeiro: STF forma maioria para receber denúncia contra policiais por omissão
Agentes estão presos preventivamente e também podem responder por golpe de Estado
C
Camila Stucaluc
A primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na quarta-feira (14), para receber a denúncia contra sete ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal por omissão nos atos golpistas do 8 de janeiro de 2023. O julgamento ocorre em sessão virtual, ou seja, sem debate entre os ministros, até o dia 20 de fevereiro.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Todas as acusações foram apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Além de omissão na invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, os ex-policiais, hoje presos preventivamente, são acusados de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
São julgados:
Fábio Augusto Vieira, ex-comandante-geral;
Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante-geral;
Jorge Eduardo Naime, coronel;
Paulo José Ferreira de Souza Bezerra, coronel;
Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, coronel;
Flávio Silvestre de Alencar, major;
Rafael Pereira Martins, tenente.
O voto do relator Alexandre de Moraes, a favor da denúncia, foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin e Carmen Lúcia, formando a maioria da Turma, que atualmente tem quatro integrantes. O ministro Luiz Fux ainda não apresentou o voto. O julgamento vai até dia 20.
No voto, Moraes afirmou que os denunciados se omitiram e aderiram aos “propósitos golpistas da horda antidemocrática” que atentou contra a democracia. “A denúncia descreve, de maneira suficiente, as ‘falhas operacionais’ deliberadamente deixadas pelos denunciados e que permitiram aos golpistas a tomada dos prédios dos Três Poderes.”
Caso a denúncia seja aceita, os acusados passarão à condição de réus e será aberta uma ação penal contra eles.
8 de Janeiro: STF forma maioria para receber denúncia contra policiais por omissãoAgentes estão presos preventivamente e também podem responder por golpe de EstadoJustiça2024-02-15T09:57:52.575ZA primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na quarta-feira (14), para receber a denúncia contra sete ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal por omissão nos . O julgamento ocorre em sessão virtual, ou seja, sem debate entre os ministros, até o dia 20 de fevereiro. Todas as acusações foram apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Além de omissão na invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, os ex-policiais, hoje presos preventivamente, são acusados de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. São julgados: O voto do relator Alexandre de Moraes, a favor da denúncia, foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin e Carmen Lúcia, formando a maioria da Turma, que atualmente tem quatro integrantes. O ministro Luiz Fux ainda não apresentou o voto. O julgamento vai até dia 20. No voto, Moraes afirmou que os denunciados se omitiram e aderiram aos “propósitos golpistas da horda antidemocrática” que atentou contra a democracia. “A denúncia descreve, de maneira suficiente, as ‘falhas operacionais’ deliberadamente deixadas pelos denunciados e que permitiram aos golpistas a tomada dos prédios dos Três Poderes.” Caso a denúncia seja aceita, os acusados passarão à condição de réus e será aberta uma ação penal contra eles. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/stf-forma-maioria-para-receber-denuncia-contra-p-ms-por-omissao-no-8-de-janeiro
França aprova proibir redes sociais a menores de 15 anos
Senado e Câmara deram aval ao projeto que restringe acesso a plataformas e bane celulares em escolas; França será a primeira na União Europeia a adotar medida
Suposto membro do PCC é morto em presídio na Bolívia
Homem, identificado apenas pelas iniciais L.R.S., foi 'neutralizado' após colocar a vida de pessoas em risco, afirmou a Direção-Geral do Regime Penitenciário