PF encontra indício de que Toffoli recebeu dinheiro de empresa de resort e pede ao STF para investigar
Relatório tem como base análise de celular de Daniel Vorcaro; resort Tayayá, dos irmãos de Toffoli, recebeu investimento de cunhado de banqueiro
Cézar Feitoza
12/02/2026, 02:49 • Atualizado em 12/02/2026, 02:49
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Tayaya Aqua Resort | Reprodução
A Polícia Federal encontrou no celular de Daniel Vorcaro menções a supostos pagamentos feitos ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), referentes à venda do resort Tayayá.
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Os pagamentos teriam sido feitos pela empresa Maridt Participações, registrada em nome dos irmãos do ministro.
As suspeitas fizeram a Polícia Federal enviar documentos ao presidente do STF, Edson Fachin, para solicitar a abertura de uma nova frente de investigação, que deve mirar Toffoli - o relator dos inquéritos sobre o Master no Supremo.
Com base no documento, Fachin abriu um procedimento interno para avaliar se Toffoli deve ser considerado suspeito de conduzir o inquérito.
Em nota, Dias Toffoli disse que o procedimento interno sobre a suspeição é baseado em "ilações".
"Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte", afirmou.
A empresa registrada no nome dos irmãos de Toffoli possuía, até 2025, pouco mais de 30% do controle do resort Tayayá, no Paraná.
O fundo Arleen, da Reag Investimentos, investiu R$ 20 milhões no resort em que os familiares de Toffoli eram sócios .
O fundo Leal Investimentos era o verdadeiro dono do fundo Arleen, que investiu no resort. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o fundo Leal pertence a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro.
PF encontra indício de que Toffoli recebeu dinheiro de empresa de resort e pede ao STF para investigarRelatório tem como base análise de celular de Daniel Vorcaro; resort Tayayá, dos irmãos de Toffoli, recebeu investimento de cunhado de banqueiroJustiça2026-02-12T02:49:58.582ZA Polícia Federal encontrou no celular de Daniel Vorcaro menções a supostos pagamentos feitos ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), referentes à venda do resort Tayayá. Os pagamentos teriam sido feitos pela empresa Maridt Participações, registrada em nome dos irmãos do ministro. As suspeitas fizeram a , Edson Fachin, para solicitar a abertura de uma nova frente de investigação, que deve mirar Toffoli - o relator dos inquéritos sobre o Master no Supremo. Com base no documento, Fachin abriu um procedimento interno para avaliar se Toffoli deve ser considerado suspeito de conduzir o inquérito. Em nota, Dias Toffoli disse que o procedimento interno sobre a suspeição é baseado em "ilações". "Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte", afirmou. A empresa registrada no nome dos irmãos de Toffoli possuía, até 2025, pouco mais de 30% do controle do resort Tayayá, no Paraná. O fundo Arleen, da Reag Investimentos, investiu R$ 20 milhões no resort em que os familiares de Toffoli eram sócios . O fundo Leal Investimentos era o verdadeiro dono do fundo Arleen, que investiu no resort. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o fundo Leal pertence a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro. Como o SBT News mostrou, o fundo Arleen e as ações do resort Tayayá São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/pf-encontra-indicio-de-que-toffoli-recebeu-dinheiro-de-empresa-de-resort-e-pede-ao-stf-para-investigar