Justiça

Investigadores reconhecem que provas contra Rivaldo por homicídio eram “precárias”

Delegado foi absolvido do crime de homicídio, mas condenado por corrupção e obstrução de Justiça

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Marielle Franco, vereadora assassinada em 2018 | Divulgação/Dayane Pires/Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Investigadores envolvidos no caso Marielle reconhecem que as provas de participação prévia do delegado Rivaldo Santos no homicídio da então vereadora estavam precárias. Ele foi condenado por obstrução de justiça e corrupção, mas absolvido do crime de homicídio.

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A PF acreditava que conseguiria demonstrar sua adesão pela cronologia dos fatos e pela notória obstrução, mas a decisão do relator, o ministro Alexandre de Moraes, foi em sentido contrário.

A Polícia Federal foi a responsável por resolver a trama, mas só entrou no caso cinco anos depois do crime, em fevereiro de 2023. Também foi a PF que revelou a participação do delegado Rivaldo Santos no esquema criminoso.

Os investigadores afirmaram que o Supremo Tribunal Federal (STF) fez Justiça ao condenar os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão pelo assassinato de Marielle Franco.

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