Justiça

Justiça decreta medida proibindo venda de cigarros eletrônicos

Decisão acontece devido ao aumento do consumo dos dispositivos pelo público jovem

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Camila Stucaluc
01/09/2022, 11:35 • Atualizado em 31/10/2023, 02:46
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Caso não suspendam as vendas, os empresários terão que pagar multa diária de R$ 5 mil | Pixabay

Caso não suspendam as vendas, os empresários terão que pagar multa diária de R$ 5 mil | Pixabay

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O Ministério da Justiça determinou, nesta 5ª feira (1º.set), que 33 empresas em todo o país suspendam a venda de cigarros eletrônicos. A medida foi imposta pela Secretaria Nacional do Consumidor, que deu o prazo de 48 horas para as companhias interromperem as vendas. Caso não cumpram, os empresários terão que pagar multa diária de R$ 5 mil.

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Segundo a pasta, a decisão acontece devido ao aumento significativo do consumo dos cigarros eletrônicos pelo público jovem, que compra os dispositivos em lojas, tabacarias e páginas na internet. O órgão ressalta ainda a falta de transparência e boa-fé por parte da cadeia produtiva dos dispositivos.

"Procons estaduais e municipais têm atuado em ações de fiscalização e de apreensão dos cigarros eletrônicos, porém, avaliamos a necessidade de tomar medidas urgentes para sanar o problema e resguardar a saúde e segurança dos consumidores", explicou a Secretaria Nacional do Consumidor.

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Em 2009, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) editou uma norma que proibiu a comercialização, a importação e a propaganda de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar, especialmente se forem vendidos como uma alternativa ao tabagismo. Na época, no entanto, a oferta e demanda de cigarros eletrônicos eram menores e a atuação foi preventiva.

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