Governo

Bolsonaro pede a banqueiros que reduzam taxas de juros de empréstimos

Presidente voltou a criticar a carta da USP pela democracia também

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Lívia Raick
08/08/2022, 19:10 • Atualizado em 31/10/2023, 02:38
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Jair Bolsonaro gesticula enquanto fala (Valter Campanato/Agência Brasil)

Jair Bolsonaro gesticula enquanto fala (Valter Campanato/Agência Brasil)

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta 2ª feira (8.ago) a banqueiros que reduzam as taxas de juros de empréstimos, durante discurso em encontro com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), em São Paulo.

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Alguns dos banqueiros vêm sinalizando que não promoverão a redução. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aumentou a taxa básica de juros, a Selic, de 13,25% para 13,75% ao ano.

Ainda no discurso desta 2ª feira, Bolsonaro defendeu várias ações do governo na pandemia, acusou pessoas que o chamam de antidemocrático de serem-no, diferentemente dele, e criticou novamente a Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito, que foi elaborada pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e, assim como o manifesto Em Defesa da Democracia e da Justiçada Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), será lido em ato na 5ª feira (11.ago) no Pátio das Arcadas, onde, em 1977, houve a leitura de outra carta - esta contra a ditadura militar.

O presidente chegou ao encontro por volta de 13h, acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes, da Casa Civil, Ciro Nogueira, e da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, além do filho Flávio, senador e um dos coordenadores da campanha pela reeleição. Bolsonaro saiu antes das 15h.

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