A mesma petição sugere uma inversão do desafio lançado pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que seja cobrado de Lula apresentação de dados sobre gastos com cartão corporativo.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Na petição, assinada pelo próprio Flavio e também pela advogada principal da campanha Maria Claudia Bucchianeri, o candidato afirma que a decisão por abrir essas informações é política e não judicial. O texto afirma que o pedido “inverte o desafio, sai da esfera de debate sobre informações sigilosas e pede: LULA, ABRA O CARTÃO CORPORATIVO!”.
No caso das informações do cartão corporativo, Flávio afirma que o presidente poderia abri-las.
“Para divulgá-las, Lula não precisa de procuração, nem de requisição judicial. Como Presidente da República, é a autoridade hierarquicamente superior a qualquer agente que tenha classificado essas informações e pode e deve torná-las públicas hoje mesmo”, disse Flavio.
Como parte do desafio da quebra de sigilo bancário e fiscal, a campanha de Lula foi na noite desta quinta-feira ao TSE com novas informações. Para a campanha de Flávio, os dados não trazem nada sigiloso.
“Lula, porém, voltou ao Tribunal para insistir em que a Corte faça por ele o que ele pode fazer sozinho. Juntou mais procurações, mas não trouxe um documento sequer. Não abriu nada”, ressaltou.
Flávio autoriza quebra de sigilo e pede inversão de desafioPresidenciável assinou pedido ao TSE em que cobra fim do sigilo de gastos de cartão corporativo da presidência da RepúblicaEleições2026-10-23T04:41:56.793ZO presidenciável Flávio Bolsonaro entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizações para A campanha diz concordar com a para que o TSE não medie o desafio, ressaltando que os sigilos podem ser abertos por decisão de cada um. A mesma petição sugere uma inversão do desafio lançado pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que seja cobrado de Lula apresentação de dados sobre gastos com cartão corporativo. + Na petição, assinada pelo próprio Flavio e também pela advogada principal da campanha Maria Claudia Bucchianeri, o candidato afirma que a decisão por abrir essas informações é política e não judicial. O texto afirma que o pedido “inverte o desafio, sai da esfera de debate sobre informações sigilosas e pede: LULA, ABRA O CARTÃO CORPORATIVO!”. No caso das informações do cartão corporativo, Flávio afirma que o presidente poderia abri-las. “Para divulgá-las, Lula não precisa de procuração, nem de requisição judicial. Como Presidente da República, é a autoridade hierarquicamente superior a qualquer agente que tenha classificado essas informações e pode e deve torná-las públicas hoje mesmo”, disse Flavio. Como parte do desafio da quebra de sigilo bancário e fiscal, a campanha de Lula foi na noite desta quinta-feira ao TSE com novas informações. Para a campanha de Flávio, os dados não trazem nada sigiloso. “Lula, porém, voltou ao Tribunal para insistir em que a Corte faça por ele o que ele pode fazer sozinho. Juntou mais procurações, mas não trouxe um documento sequer. Não abriu nada”, ressaltou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/flavio-autoriza-quebra-de-sigilo-e-pede-inversao-de-desafio
Ivo Kos respondia por lesão corporal e ameaça após agressão em Pinheiros; TJSP informou que processo contra cofundador da Virgo corre em segredo de justiça
Conflitos nas redes provocam cansaço mental e ansiedade a três dias da votação; especialista explica que reação reflete divisão e descolamento da realidade
Relatório do Cenipa aponta problemas com umidade e piloto automático; órgão apura se defeitos causaram acidente em SC e avalia experiência da tripulação