Reforma tributária: carga alta precisa ser retornada em serviços decentes, diz especialista
Governo enviou ao Congresso projeto para regulamentar reforma; Tadeu Barros, diretor do CLP, explica pontos do texto ao Brasil Agora desta segunda (29)
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Felipe Moraes
Supermercado (Valter Campanato/Agência Brasil)
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A reforma tributária, aprovada e promulgada no fim de 2023, ganhou novos detalhes após governo enviar ao Congresso projeto de regulamentação, que deve tramitar ainda em 2024. O especialista em gestão pública Tadeu Barros, diretor do Centro de Liderança Pública (CLP), explicou pontos do texto em entrevista ao Brasil Agora desta segunda-feira (29), apresentado por Iasmin Costa.
Segundo o secretário extraordinário da reforma, Bernard Appy, a carga tributária não deve sofrer mudanças profundas. Por isso, Barros defende que a população cobre do Estado melhorias e investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública.
"Historicamente, Brasil trabalha com carga tributária mais alta em produtos e serviços", apontou. "O que tem que ser feito é retorno para a população. Nós temos que cobrar dos governos essa questão. Carga alta retornada em serviços decentes para a população", completou.
"Texto traz inovações, simplifica, traz mais transparência. Existem questões que devem ser olhadas, mas temos tempo para isso. A gente acredita e torce para que todo esse processo seja aprovado até o meio do ano e o Brasil passe a entrar numa era de maior simplificação tributária", explicou.
Assista ao Brasil Agora desta segunda (29):
Reforma tributária: carga alta precisa ser retornada em serviços decentes, diz especialistaGoverno enviou ao Congresso projeto para regulamentar reforma; Tadeu Barros, diretor do CLP, explica pontos do texto ao Brasil Agora desta segunda (29)Economia2024-04-29T14:08:20.427Z A , aprovada e promulgada no fim de 2023, ganhou novos detalhes após governo enviar ao Congresso projeto de regulamentação, que deve tramitar ainda em 2024. O especialista em gestão pública Tadeu Barros, diretor do Centro de Liderança Pública (CLP), explicou pontos do texto em entrevista ao , apresentado por Iasmin Costa. Segundo o secretário extraordinário da reforma, Bernard Appy, a carga tributária não deve sofrer mudanças profundas. Por isso, Barros defende que a população cobre do Estado melhorias e investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública. "Historicamente, Brasil trabalha com carga tributária mais alta em produtos e serviços", apontou. "O que tem que ser feito é retorno para a população. Nós temos que cobrar dos governos essa questão. Carga alta retornada em serviços decentes para a população", completou. A proposta promete, entre diversos pontos, simplificar tributos por meio do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), trazer isenção a produtos de cesta básica, para famílias de baixa renda e instituir o , para itens danosos à saúde e ao meio ambiente. Para Barros, equilíbrio entre alíquotas isentas, reduzidas e aumentadas está "razoável", sobretudo em relação a itens de cesta básica. "Texto traz inovações, simplifica, traz mais transparência. Existem questões que devem ser olhadas, mas temos tempo para isso. A gente acredita e torce para que todo esse processo seja aprovado até o meio do ano e o Brasil passe a entrar numa era de maior simplificação tributária", explicou. Assista ao Brasil Agora desta segunda (29): São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/reforma-tributaria-carga-alta-precisa-ser-retornada-em-servicos-decentes-diz-especialista