Economia

Governo busca agilizar “trâmites internos" do acordo Mercosul-UE mesmo com judicialização no bloco europeu

Parlamento europeu aprovou nesta quarta-feira (21) uma moção para levar a análise do acordo ao Tribunal de Justiça da União Europeia

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Palácio do Itamaraty, em Brasília | Distribuição/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mesmo diante da judicialização do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia (UE) no bloco europeu, o governo brasileiro pretende acelerar os “trâmites internos” necessários para a ratificação do tratado, segundo apurou o SBT News.

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O governo tomou conhecimento da decisão do Parlamento Europeu nesta quarta-feira (21), pouco depois da aprovação, por 334 votos a favor e 324 contra, de uma proposta que levou o acordo a ser analisado pelo Tribunal de Justiça da UE.

Na prática, a análise dos tratados pela Corte pode atrasar em mais de um ano a implementação do acordo.

Fontes do Itamaraty informaram que o governo brasileiro vai acompanhar os próximos encaminhamentos do assunto pelas "instâncias comunitárias competentes".

Também afirmaram que o governo vai dar toda a prioridade para a "ratificação do Acordo Mercosul-UE e seguirá trabalhando para acelerar seus trâmites internos de aprovação com vistas a garantir que todas as condições para sua plena entrada em vigor estejam satisfeitas com a máxima celeridade possível".

O acordo foi assinado no último sábado (17), em Assunção, no Paraguai, e ainda precisa ser ratificado pelo Parlamento Europeu e pelos parlamentos dos países que integram o Mercosul.

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