CNI critica Selic em 14,5% e diz que juros altos travam economia
Mesmo com corte de 0,25% na taxa, Confederação da Indústria diz que juros ainda altos reduzem investimentos e aumentam endividamento de famílias e empresas
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Segundo o presidente da CNI, Ricardo Alban, o custo do crédito segue em patamar “proibitivo”, dificultando novos investimentos e reduzindo a competitividade da indústria brasileira.
Juros altos pressionam empresas e consumidores
De acordo com a entidade, a manutenção de juros elevados impacta diretamente o endividamento de empresas e famílias, que vem crescendo mês a mês.
Para os consumidores, juros altos significam menor poder de compra, o que reduz o consumo e desacelera a economia.
“Com juros altos, fica mais difícil investir e crescer. Ao mesmo tempo, empresas e famílias estão cada vez mais endividadas, o que enfraquece a economia”, afirma Ricardo Alban, presidente da CNI.
Inflação abre espaço para novos cortes, diz CNI
A entidade avalia que o cenário inflacionário está sob controle. A projeção é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche 2026 dentro da meta do governo, cujo teto é de 4,5%.
Segundo a CNI, isso abriria espaço para cortes mais agressivos na taxa de juros sem comprometer o controle da inflação.
Com base na chamada Regra de Taylor, modelo econômico que indica o nível ideal de juros, a entidade estima que a Selic deveria estar em cerca de 11,1% ao ano.
A diferença de 3,4 pontos percentuais em relação ao nível atual indicaria, na visão da CNI, margem para novas reduções nas próximas reuniões do Copom.
CNI critica Selic em 14,5% e diz que juros altos travam economiaMesmo com corte de 0,25% na taxa, Confederação da Indústria diz que juros ainda altos reduzem investimentos e aumentam endividamento de famílias e empresasEconomia2026-04-29T22:42:27.820ZA Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou, nesta quarta-feira (29), a . Para a entidade, o nível ainda é considerado elevado e prejudica o crescimento econômico do país. Segundo o presidente da CNI, Ricardo Alban, o custo do crédito segue em patamar “proibitivo”, dificultando novos investimentos e reduzindo a competitividade da indústria brasileira. Juros altos pressionam empresas e consumidores De acordo com a entidade, a manutenção de juros elevados impacta diretamente o endividamento de empresas e famílias, que vem crescendo mês a mês. A CNI aponta que o cenário atual contribui para o aumento da inadimplência. Dados do Banco Central divulgados na última segunda-feira (27) mostram que o Para os consumidores, juros altos significam menor poder de compra, o que reduz o consumo e desacelera a economia. “Com juros altos, fica mais difícil investir e crescer. Ao mesmo tempo, empresas e famílias estão cada vez mais endividadas, o que enfraquece a economia”, afirma Ricardo Alban, presidente da CNI. Inflação abre espaço para novos cortes, diz CNI A entidade avalia que o cenário inflacionário está sob controle. A projeção é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche 2026 dentro da meta do governo, cujo teto é de 4,5%. Segundo a CNI, isso abriria espaço para cortes mais agressivos na taxa de juros sem comprometer o controle da inflação. Com base na chamada Regra de Taylor, modelo econômico que indica o nível ideal de juros, a entidade estima que a Selic deveria estar em cerca de 11,1% ao ano. A diferença de 3,4 pontos percentuais em relação ao nível atual indicaria, na visão da CNI, margem para novas reduções nas próximas reuniões do Copom.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/cni-critica-selic-em-14-5-e-diz-que-juros-altos-travam-economia