Mais de 46% do comércio foi afetado pela pandemia de Covid-19
Setores de construção (47,9%) e indústria (38,9%) também sofreram impactos do isolamento social

Mais de 46% do comércio foi afetado pela pandemia de Covid-19
Os setores de construção (47,9%) e comércio (46,3%) foram as maiores afetadas durante a pandemia. Já no setor industrial, 38,9% relataram impactos pequenos ou inexistentes e, nos serviços, a incidência foi de 41,9%, com destaque para os segmentos de informação e comunicação (61,5%) e serviços profissionais e administrativos (45,6%).
Por região, o pior resultado se deu no sudeste (40,7%), centro-oeste (39,8%) e norte (38,3%). Na região sul, um maior percentual de companhias sinalizou que os efeitos foram pequenos ou inexistentes em relação à quinzena anterior (46,2%). Por outro lado, no nordeste, 48,7% reportaram percepção de aumento nas vendas.
Produção e gerenciamento
Quanto a capacidade de fabricar produtos ou atender clientes, na primeira quinzena de agosto, 48,8% das marcas em funcionamento não tiveram alteração significativa, 33,7% tiveram problemas e 17,4%, facilidades. Além disso, 47,6% tiveram dificuldades no acesso aos seus fornecedores e 42,4% não perceberam alteração.
44,9% das empresas em funcionamento sofreram impasse para realizar pagamentos de rotina no período. Já 49,7% consideraram que não houve alteração significativa. Estima-se, ainda, que 32% dos estabelecimentos adiaram o pagamento de impostos e 10,9% conseguiram uma linha de crédito emergencial para o pagamento da folha salarial.
Na adoção dessas medidas, cerca de 23% dos negócios sentiram-se apoiadas pela autoridade governamental. Entre as que adiaram o pagamento de impostos, esse percentual foi de 44,5% e entre as que conseguiram linhas de crédito para o acerto da folha salarial, 62,4%.
Emprego
Estima-se, ainda, que 32% das corporações adiaram o quitamento de impostos e 10,9% conseguiram uma linha de crédito emergencial para o pagamento da folha salarial. Na adoção dessas medidas, cerca de 23% das empresas sentiram-se apoiadas pelo governo. Entre as que adiaram, esse percentual foi de 44,5% e entre as que conseguiram linhas de crédito para o pagamento da folha salarial, 62,4%.















