Jornalismo

Caso Ariane Bárbara: autores são condenados por homicídio e ocultação de cadáver

Criminosos pegaram penas de 14 e 15 anos de reclusão. Crime brutal foi registrado em 2021 durante "ritual"

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Primeiro Impacto
30/08/2023, 11:19 • Atualizado em 31/10/2023, 22:18
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Montagem de fotos com dois jovens brancos, um homem e uma mulher, com os braços para trás e algemados, em frente a cartaz de polícia

Montagem de fotos com dois jovens brancos, um homem e uma mulher, com os braços para trás e algemados, em frente a cartaz de polícia

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Foram condenados os autores da morte da jovem Ariane Bárbara, em agosto de 2021, em Goiânia (GO). Raíssa Nunes e Jeferson Cavalcante Rodrigues cometeram o crime durante uma espécie de ritual. O júri terminou após 14 horas, na 3ª feira (29.ago). 

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Ariane foi assassinada após sair para lanchar com os amigos. Raíssa matou a jovem a facadas para que o grupo descobrisse se ela era psicopata. Ela foi condenada a 15 anos e dez dias de reclusão, mais multa. Já Jeferson cumprirá 14 anos e dez dias, além da multa

Raíssa Nunes, condenada a 15 anos e dez dias pela morte da jovem Ariane | Reprodução/SBT

Uma terceira pessoa envolvida na violência foi condenada a 15 anos de cadeia, em março, por homicídio e ocultação de cadáver. Todos estão presos e podem recorrer da decisão. Raíssa e Jeferson foram absolvidos do crime de corrupção de menor. 

O crime 

Ariane tinha 18 anos quando foi morta a golpes de faca. Segundo a mãe da vítima, enquanto buscava pela filha, os supostos amigos enviavam informações falsas. O corpo da jovem foi encontrado em uma área de mata. 

Reprodução/SBT

Os três presos teriam conhecido a jovem em uma pista de skate e atraíram Ariane afirmando que iam comer um lanche. Depois, o crime brutal: Raíssa tentou estrangular a vítima dentro de um carro. Depois, o "ritual" a golpes de faca. A criminosa queria ver qual seria a própria reação após o homicídio. 

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