Brasil

Violência no entorno de parques de São Paulo assusta frequentadores

Assaltos e até homicídios foram registrados em áreas próximas e dentro de parques da capital e da Grande São Paulo

Em meio ao verde, que deveria ser sinônimo de lazer e qualidade de vida, o que se vê hoje é medo. Nos últimos meses, assaltos e até assassinatos foram registrados no entorno de alguns dos principais parques de São Paulo.

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No Parque da Água Branca, na zona oeste, uma mulher de 40 anos foi vítima de roubo na tarde de sábado. Segundo a Polícia Civil, ela estava com o filho em uma das entradas, quando um homem se aproximou, arrancou uma corrente de ouro do pescoço dela e fugiu.

Já no Parque Villa-Lobos, também na zona oeste, um assalto ganhou repercussão. No mês passado, o rapper Rael teve a moto roubada na saída do estacionamento. Imagens de câmeras de segurança mostram a ação dos criminosos.

Na zona sul, em frente ao Parque do Povo, ocorreu um caso ainda mais grave. Um ciclista foi assassinado a tiros durante um assalto, em plena via pública.

No Ibirapuera, o maior cartão-postal verde da cidade, moradores e frequentadores decidiram tomar uma atitude por conta própria. Placas de alerta foram colocadas em ruas do entorno do parque para chamar a atenção sobre roubos e assaltos, em um aviso de quem frequenta o local todos os dias.

Dados oficiais da Secretaria da Segurança Pública mostram que a violência não se restringe aos arredores, mas também ocorre dentro dos parques. De janeiro a novembro de 2025, foram registrados 75 roubos em áreas de lazer em todo o estado. Desse total, 59 aconteceram apenas em parques da Grande São Paulo.

Considerando os dados de 2025, é como se um roubo fosse registrado a cada quatro dias em parques do estado e, na Grande São Paulo, um caso a cada cinco dias.

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