VaideBet e Corinthians: polícia tenta localizar testemunha chave do caso
Segundo a polícia, Adriana Ramuno, de 53 anos, esteve na casa da mulher, usada como laranja no repasse de comissão da VaideBet, antes do caso ir à imprensa
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Fabio Diamante
14/06/2024, 23:17 • Atualizado em 15/06/2024, 00:05
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A casa de apostas investiu R$ 360 milhões pra estampar a camisa do clube por três temporadas | Jozzu/ Agência Corinthians
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A Polícia Civil tenta localizar há três dias, Adriana Ramuno, de 53 anos, considerada testemunha chave no escândalo que levou o fim do contrato de patrocínio entre o Corinthians e a casa de apostas VaideBet.
Segundo a polícia, Adriana esteve na casa Edna Oliveira do Santos, usada como laranja no repasse de comissão da VaideBet, dia antes do caso ir à imprensa.
Adriana mora em São Bernardo do Campo e segundo vizinhos, há uma semana que não é vista no local. De acordo com a polícia, Adriana avisou Edna que uma empresa registrada no nome da amiga, tinha recebido R$ 1 milhão.
Edna Oliveira, que foi vítima de golpe e teve o nome usado para a abertura de uma suposta empresa fantasma, prestou depoimento a polícia na última terça-feira (11). Ela aparece como dona da Neoway Soluções e teria recebido dinheiro de uma comissão paga na assinatura do contrato de patrocínio.
Em conversa com o SBT, Edna disse que está assustada e com medo. Por orientação de um advogado, ela não gravou entrevista, mas contou que ficou sabendo que teve o nome usado em uma notícia publicada na internet. Perguntada sobre a empresa e o dinheiro, ela respondeu mostrando as condições em que vive.
Relembre o caso
A casa de apostas VaideBet anunciou na semana passada que rescindiu o contrato de patrocinador máster com o Corinthians. O motivo é a denúncia de existência de um possível "laranja" nos repasses do valor pago à Rede Social Media Design Ltda, que atuou na intermediação do contrato.
Ao mesmo tempo em que a principal patrocinadora do Corinthians rompia o contrato com o clube, a Polícia Civil de São Paulo passava a investigar as denúncias de irregularidades que motivaram a rescisão.
Investigadores foram ao quarto andar do prédio de número 171 da Avenida Paulista e constataram que a Neoway Soluções Integradas em serviços não existe. Os policiais não encontraram ninguém na sede da empresa.
A Neoway é suspeita de ter recebido dinheiro de uma comissão paga na assinatura do contrato de patrocínio entre o Corinthians e a VaideBet. A casa de apostas investiu R$ 360 milhões pra estampar a camisa do clube por três temporadas.
A denúncia que agora é investigada pela polícia afirma que a empresa Rede Social Media Design foi quem intermediou a assinatura do contrato entre o Corinthians e a VaideBet. O sócio da Rede Social, Alex Fernando André, conhecido como Alex Cassundé, teria recebido R$ 1,4 milhão de comissão. Parte desse dinheiro foi repassado para a empresa fantasma Neoway. Segundo a Polícia Civil, Cassundé é dono de outras 35 empresas, todas no estado do Ceará. Ele será investigado.
VaideBet e Corinthians: polícia tenta localizar testemunha chave do caso Segundo a polícia, Adriana Ramuno, de 53 anos, esteve na casa da mulher, usada como laranja no repasse de comissão da VaideBet, antes do caso ir à imprensaBrasil2024-06-14T23:17:07.576ZA Polícia Civil tenta localizar há três dias, Adriana Ramuno, de 53 anos, considerada testemunha chave no escândalo que levou o entre o Corinthians e a casa de apostas VaideBet. Segundo a polícia, Adriana esteve na casa Edna Oliveira do Santos, usada como laranja no repasse de comissão da VaideBet, dia antes do caso ir à imprensa. Adriana mora em São Bernardo do Campo e segundo vizinhos, há uma semana que não é vista no local. De acordo com a polícia, Adriana avisou Edna que uma empresa registrada no nome da amiga, tinha recebido R$ 1 milhão. Edna Oliveira, que foi vítima de golpe e teve o nome usado para a abertura de uma suposta empresa fantasma, prestou depoimento a polícia na última terça-feira (11). Ela aparece como dona da Neoway Soluções e teria recebido dinheiro de uma comissão paga na assinatura do contrato de patrocínio. Em conversa com o SBT, Edna disse que está assustada e com medo. Por orientação de um advogado, ela não gravou entrevista, mas contou que ficou sabendo que teve o nome usado em uma notícia publicada na internet. Perguntada sobre a empresa e o dinheiro, ela respondeu mostrando as condições em que vive. Relembre o caso A casa de apostas VaideBet anunciou na semana passada que rescindiu o contrato de patrocinador máster com o Corinthians. O motivo é a denúncia de existência de um possível "laranja" nos repasses do valor pago à Rede Social Media Design Ltda, que atuou na intermediação do contrato. Ao mesmo tempo em que a principal patrocinadora do Corinthians rompia o contrato com o clube, a Polícia Civil de São Paulo passava a investigar as denúncias de irregularidades que motivaram a rescisão. Investigadores foram ao quarto andar do prédio de número 171 da Avenida Paulista e constataram que a Neoway Soluções Integradas em serviços não existe. Os policiais não encontraram ninguém na sede da empresa. A Neoway é suspeita de ter recebido dinheiro de uma comissão paga na assinatura do contrato de patrocínio entre o Corinthians e a VaideBet. A casa de apostas investiu R$ 360 milhões pra estampar a camisa do clube por três temporadas. A denúncia que agora é investigada pela polícia afirma que a empresa Rede Social Media Design foi quem intermediou a assinatura do contrato entre o Corinthians e a VaideBet. O sócio da Rede Social, Alex Fernando André, conhecido como Alex Cassundé, teria recebido R$ 1,4 milhão de comissão. Parte desse dinheiro foi repassado para a empresa fantasma Neoway. Segundo a Polícia Civil, Cassundé é dono de outras 35 empresas, todas no estado do Ceará. Ele será investigado. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/vaide-bet-e-corinthians-policia-tenta-localizar-testemunha-chave-do-caso
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