11/06/2024, 13:52 • Atualizado em 11/06/2024, 14:36
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Mulher chegou para prestar depoimento na manhã desta terça-feira (11) | SBT
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A mulher que teve o nome usado para a abertura de uma suposta empresa fantasma envolvida no contrato de patrocínio master do Corinthians está prestando depoimento à Polícia Civil na manhã desta terça-feira (11).
A Neoway Soluções Integradas teria recebido dinheiro de uma comissão paga na assinatura do contrato de patrocínio entre o clube e a VaideBet. A mulher, de 23 anos, aparece como dona da empresa, mas mora em uma casa simples, em Peruíbe, no litoral paulista.
A suspeita da polícia é de que ela tenha sido usada como "laranja" no esquema. A assinatura digital dela teria sido falsificada para abertura da empresa fantasma.
Em conversa com o SBT, a mulher, que cria sozinha três filhos pequenos, disse que está assustada e com medo. Por orientação de um advogado, ela não gravou entrevista, mas contou que ficou sabendo que teve o nome usado em uma notícia publicada na internet. Perguntada sobre a empresa e o dinheiro, ela respondeu mostrando as condições em que vive.
Suposta "laranja" mora em casa simples em Peruíbe, no litoral de São Paulo | SBT
O sócio da Rede Social, Alex Fernando André, conhecido como Alex Cassundé, teria recebido R$ 1,4 milhão de comissão. Parte desse dinheiro foi repassado para a Neoway.
Os crimes investigados pela Polícia Civil são: falsidade ideológica, falsificação de documentos, apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
Exclusivo: suposta "laranja" em esquema de patrocínio do Corinthians presta depoimento à PolíciaMulher, de 23 anos, aparece como dona da empresa, mas mora em uma casa simples, em Peruíbe, no litoral paulistaBrasil2024-06-11T13:52:39.937Z A mulher que teve o nome usado para a abertura de uma suposta empresa fantasma envolvida no contrato de patrocínio master do Corinthians está prestando depoimento à Polícia Civil na manhã desta terça-feira (11). A Neoway Soluções Integradas teria recebido dinheiro de uma comissão paga na assinatura do contrato de patrocínio entre o clube e a VaideBet. A mulher, de 23 anos, aparece como dona da empresa, mas mora em uma casa simples, em Peruíbe, no litoral paulista. A suspeita da polícia é de que ela tenha sido usada como "laranja" no esquema. A assinatura digital dela teria sido falsificada para abertura da empresa fantasma. Em conversa com o SBT, a mulher, que cria sozinha três filhos pequenos, disse que está assustada e com medo. Por orientação de um advogado, ela não gravou entrevista, mas contou que ficou sabendo que teve o nome usado em uma notícia publicada na internet. Perguntada sobre a empresa e o dinheiro, ela respondeu mostrando as condições em que vive. Na última sexta-feira (7), a casa de apostas , após denúncias da existência de um possível "laranja" nos repasses do valor pago à Rede Social Media Design, que atuou na intermediação do contrato. O sócio da Rede Social, Alex Fernando André, conhecido como Alex Cassundé, teria recebido R$ 1,4 milhão de comissão. Parte desse dinheiro foi repassado para a Neoway. Os crimes investigados pela Polícia Civil são: falsidade ideológica, falsificação de documentos, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/suposta-laranja-em-esquema-de-patrocinio-do-corinthians-presta-depoimento-a-policia
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