STJ devolve guarda da filha à mãe após reverter decisão que favorecia o pai
Após caso ganhar repercussão nas redes sociais, Superior Tribunal de Justiça determinou que a criança de 2 anos e 8 meses permaneça com a mãe, em São Paulo
S
SBT Brasil
Mãe busca reverter decisão judicial e recuperar guarda da filha | Foto: Reprodução
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (01) anular a decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão, que concedia a guarda de uma criança de 2 anos e 8 meses, que morava em São Paulo com a mãe, ao pai, que reside em Balsas, no Maranhão.
A história da briga judicial do ex-casal Paula Thereza e João Felipe Miranda Demito ganhou destaque depois que a mãe da criança publicou uma sequência de cinco vídeos nas redes sociais afirmando que estava perdendo a guarda da filha após a justiça maranhense decidir pela guarda provisória ao pai. Em um dos vídeos, Paula alega que precisou mudar para São Paulo em função do trabalho, que passou a ser presencial, e comoveu a internet.
Com a mudança de Paula, o fazendeiro João Felipe acusou a ex-esposa de dificultar o contato entre ele e a criança, alegando alienação parental. João ainda destacou que Paula expôs ele e a filha ao tornar público o caso, além de acusá-lo de violência doméstica nas redes sociais, prejudicando sua imagem.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Na decisão, a ministra do STJ Nancy Andrighi destacou que a mudança abrupta de residência da criança poderia prejudicar seu desenvolvimento e bem-estar, especialmente sem um estudo psicossocial. A ministra também determinou a suspensão das decisões da Vara de Balsas e estabeleceu a comarca de São Paulo como responsável pelo julgamento, pois a residência da criança define a competência judicial.
Paula comemorou a decisão em um uma publicação na internet, agradecendo aos advogados, aos seguidores e familiares que a apoiaram neste momento conturbado. João Felipe não se manifestou sobre a decisão ainda.
STJ devolve guarda da filha à mãe após reverter decisão que favorecia o pai Após caso ganhar repercussão nas redes sociais, Superior Tribunal de Justiça determinou que a criança de 2 anos e 8 meses permaneça com a mãe, em São Paulo Brasil2025-04-02T03:00:46.944ZO Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (01) anular a decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão, que concedia a guarda de uma criança de 2 anos e 8 meses, que morava em São Paulo com a mãe, ao pai, que reside em Balsas, no Maranhão. A história da briga judicial do ex-casal Paula Thereza e João Felipe Miranda Demito ganhou destaque depois que a mãe da criança publicou uma sequência de cinco vídeos nas redes sociais afirmando que estava Em um dos vídeos, Paula alega que precisou mudar para São Paulo em função do trabalho, que passou a ser presencial, e comoveu a internet. Com a mudança de Paula, o fazendeiro João Felipe acusou a ex-esposa de dificultar o contato entre ele e a criança, alegando alienação parental. João ainda destacou que Paula expôs ele e a filha ao tornar público o caso, além de acusá-lo de violência doméstica nas redes sociais, prejudicando sua imagem. Na decisão, a ministra do STJ Nancy Andrighi destacou que a mudança abrupta de residência da criança poderia prejudicar seu desenvolvimento e bem-estar, especialmente sem um estudo psicossocial. A ministra também determinou a suspensão das decisões da Vara de Balsas e estabeleceu a comarca de São Paulo como responsável pelo julgamento, pois a residência da criança define a competência judicial. Paula comemorou a decisão em um uma publicação na internet, agradecendo aos advogados, aos seguidores e familiares que a apoiaram neste momento conturbado. João Felipe não se manifestou sobre a decisão ainda. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/stj-devolve-guarda-da-filha-a-mae-apos-reverter-decisao-que-favorecia-o-pai
Ata do Copom mostra que expectativas de inflação acima da meta exigem cautela, apesar da desaceleração da economia e do corte da Selic para 13,75% ao ano
Investigação identificou irregularidades em pelo menos 172 benefícios por incapacidade temporária; prejuízos aos cofres públicos chegam a R$ 6,57 milhões