Polícia mira roubos de celulares por meio de anúncios online
Suspeitos criavam perfis falsos, utilizando identidades masculinas e femininas, para ganhar confiança de vítimas e marcar encontros em locais públicos
Pedro Canguçu
03/07/2026, 11:34 • Atualizado em 03/07/2026, 11:37
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No momento combinado, criminosos anunciavam o assalto ou pediam para analisar o aparelho e fugiam com o celular | Reprodução/PCDF
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3), a operação Falso Comprador, contra uma associação criminosa investigada por roubar aparelhos celulares de alto padrão após atrair as vítimas por meio de falsas negociações pela internet.
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Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão nas regiões administrativas de Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Gama e Guará, com o apoio de outras delegacias da corporação e da Divisão de Operações Especiais (DOE).
As investigações apontam que o grupo agia de forma organizada e utilizava plataformas digitais de compra e venda para localizar pessoas interessadas em vender smartphones. Em seguida, os criminosos migravam a conversa para aplicativos de mensagens e simulavam uma negociação legítima.
De acordo com a polícia, os suspeitos criavam perfis falsos, utilizando identidades masculinas e femininas, para ganhar a confiança das vítimas e marcar encontros presenciais em locais públicos.
No momento combinado, os criminosos anunciavam o assalto ou pediam para analisar o aparelho e fugiam com o celular. Em alguns casos, quando a vítima ou familiares tentavam impedir a fuga, outros integrantes do grupo apareciam e faziam ameaças com facas e armas de fogo para garantir a escapada.
Um dos fatos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a ousadia da associação criminosa. Em uma das ocorrências, os suspeitos chegaram a oferecer à própria vítima a devolução do celular roubado mediante o pagamento de uma espécie de "resgate".
As apurações também revelaram que os investigados já possuem antecedentes criminais por roubo, tráfico de drogas e porte de arma. Além disso, eles utilizavam as redes sociais para publicar fotos exibindo armas de fogo e entorpecentes.
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, roubo majorado pelo concurso de pessoas e pelo emprego de arma branca e de arma de fogo. Somadas, as penas podem ultrapassar 30 anos de prisão.
Polícia mira roubos de celulares por meio de anúncios onlineSuspeitos criavam perfis falsos, utilizando identidades masculinas e femininas, para ganhar confiança de vítimas e marcar encontros em locais públicosBrasil2026-07-03T11:34:32.816ZA Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3), a operação Falso Comprador, contra uma associação criminosa investigada por roubar aparelhos celulares de alto padrão após atrair as vítimas por meio de falsas negociações pela internet. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão nas regiões administrativas de Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Gama e Guará, com o apoio de outras delegacias da corporação e da Divisão de Operações Especiais (DOE). As investigações apontam que o grupo agia de forma organizada e utilizava plataformas digitais de compra e venda para localizar pessoas interessadas em vender smartphones. Em seguida, os criminosos migravam a conversa para aplicativos de mensagens e simulavam uma negociação legítima. De acordo com a polícia, os suspeitos criavam perfis falsos, utilizando identidades masculinas e femininas, para ganhar a confiança das vítimas e marcar encontros presenciais em locais públicos. No momento combinado, os criminosos anunciavam o assalto ou pediam para analisar o aparelho e fugiam com o celular. Em alguns casos, quando a vítima ou familiares tentavam impedir a fuga, outros integrantes do grupo apareciam e faziam ameaças com facas e armas de fogo para garantir a escapada. Um dos fatos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a ousadia da associação criminosa. Em uma das ocorrências, os suspeitos chegaram a oferecer à própria vítima a devolução do celular roubado mediante o pagamento de uma espécie de "resgate". As apurações também revelaram que os investigados já possuem antecedentes criminais por roubo, tráfico de drogas e porte de arma. Além disso, eles utilizavam as redes sociais para publicar fotos exibindo armas de fogo e entorpecentes. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, roubo majorado pelo concurso de pessoas e pelo emprego de arma branca e de arma de fogo. Somadas, as penas podem ultrapassar 30 anos de prisão. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/policia-mira-roubos-de-celulares-por-meio-de-anuncios-online
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