A Polícia de São Paulo investiga 20 pessoas suspeitas de emprestar dinheiro com juros acima de 30% ao mês e ameaçar clientes que não conseguiam pagar. Segundo a investigação, entre os alvos estavam pessoas endividadas, principalmente idosos.
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A Justiça autorizou o cumprimento de 28 mandados de busca e apreensão na capital paulista, em Guarulhos e Carapicuíba, na Grande São Paulo, e em Mongaguá, no litoral. Entre os endereços vistoriados havia empresas de fachada usadas no esquema, de acordo com a polícia.
Segundo a investigação, o grupo divulgava os empréstimos nas redes sociais e distribuía cartões e folhetos em bairros pobres da capital. As cobranças começavam por mensagens e podiam evoluir para ameaças diretas, publicações nas redes e envio de fotos de armas.
Uma das vítimas, que não conseguiu pagar os juros e as multas, recebeu a imagem de uma arma. Em outra publicação citada no material da investigação, os devedores eram chamados de “caloteiros de plantão”.
Durante a operação, foram apreendidos celulares que, segundo a polícia, eram utilizados nos golpes. Cada aparelho tinha um código para acessar contas bancárias usadas para receber o dinheiro.
Polícia de SP mira agiotas que cobravam juros de 30% ao mêsOperação cumpriu 28 mandados em quatro cidades; 20 pessoas são investigadas por emprestar dinheiro com juros, principalmente para idososBrasil2026-11-04T04:20:11.365ZA Polícia de São Paulo investiga 20 pessoas suspeitas de emprestar dinheiro com juros acima de 30% ao mês e ameaçar clientes que não conseguiam pagar. Segundo a investigação, entre os alvos estavam pessoas endividadas, principalmente idosos. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! A Justiça autorizou o cumprimento de 28 mandados de busca e apreensão na capital paulista, em Guarulhos e Carapicuíba, na Grande São Paulo, e em Mongaguá, no litoral. Entre os endereços vistoriados havia empresas de fachada usadas no esquema, de acordo com a polícia. Segundo a investigação, o grupo divulgava os empréstimos nas redes sociais e distribuía cartões e folhetos em bairros pobres da capital. As cobranças começavam por mensagens e podiam evoluir para ameaças diretas, publicações nas redes e envio de fotos de armas. Uma das vítimas, que não conseguiu pagar os juros e as multas, recebeu a imagem de uma arma. Em outra publicação citada no material da investigação, os devedores eram chamados de “caloteiros de plantão”. + Celulares eram usados para receber pagamentos Durante a operação, foram apreendidos celulares que, segundo a polícia, eram utilizados nos golpes. Cada aparelho tinha um código para acessar contas bancárias usadas para receber o dinheiro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/policia-de-sp-mira-agiotas-que-cobravam-juros-de-30-ao-mes