Tiago Ricardo Felber foi condenado a 83 anos e 4 meses de prisão em regime fechado pela morte do próprio filho, Théo Felber, de cinco anos. A decisão foi proferida pelo Tribunal do Júri em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, na noite de quarta-feira (4).
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O crime aconteceu em 25 de março de 2025. Na data, a criança foi agredida e arremessada ainda viva de uma ponte sobre o Rio Vacacaí, de uma altura aproximada de 15 metros. A causa da morte foi traumatismo cranioencefálico decorrente da queda.
À polícia, Thiago confessou o crime, dizendo que a motivação teria sido vingança contra a ex-companheira e mãe da vítima. Contou, ainda, que já teria ligado para a ex ameaçando matar a criança.
O julgamento do caso começou às 10h e foi encerrado por volta das 23h. Ao todo, foram ouvidas oito pessoas, incluindo a mãe da vítima e duas testemunhas. Após os debates entre acusação e defesa, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação do acusado.
Tiago, que já respondia preso, foi considerado culpado dos crimes de homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e ameaça. Além da pena, foi determinada a execução imediata da pena e fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima.
“A condenação representa uma resposta firme da Justiça diante da gravidade da violência praticada contra uma criança e, sobretudo, um reconhecimento da importância da vida de Théo e da dor de sua família”, afirmou a promotora de Justiça Maria Fernanda Rabelo Ramalho.
O mesmo foi dito pela promotora Graziela Lorenzoni, que ressaltou “a importância da condenação pelo fato de que a morte de Théo foi um dos casos que motivaram a criação do crime de vicaricídio no Brasil”. Sancionada em abril deste ano, a tipificação consiste em assassinar uma pessoa próxima à mulher, como filhos e familiares, como instrumento de tortura psicológica e violência.
Pai que jogou filho de ponte é condenado a 83 anos de prisãoTiago Ricardo Felber responde por homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e ameaça; crime ocorreu em 2025Brasil2026-11-05T06:02:00.000ZTiago Ricardo Felber foi condenado a 83 anos e 4 meses de prisão em regime fechado pela morte do próprio filho, Théo Felber, de cinco anos. A decisão foi proferida pelo Tribunal do Júri em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, na noite de quarta-feira (4). 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique O . Na data, a criança foi agredida e arremessada ainda viva de uma ponte sobre o Rio Vacacaí, de uma altura aproximada de 15 metros. A causa da morte foi traumatismo cranioencefálico decorrente da queda. À polícia, Thiago confessou o crime, dizendo que a motivação teria sido vingança contra a ex-companheira e mãe da vítima. Contou, ainda, que já teria ligado para a ex ameaçando matar a criança. O julgamento do caso começou às 10h e foi encerrado por volta das 23h. Ao todo, foram ouvidas oito pessoas, incluindo a mãe da vítima e duas testemunhas. Após os debates entre acusação e defesa, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação do acusado. Tiago, que já , foi considerado culpado dos crimes de homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e ameaça. Além da pena, foi determinada a execução imediata da pena e fixada indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima. “A condenação representa uma resposta firme da Justiça diante da gravidade da violência praticada contra uma criança e, sobretudo, um reconhecimento da importância da vida de Théo e da dor de sua família”, afirmou a promotora de Justiça Maria Fernanda Rabelo Ramalho. O mesmo foi dito pela promotora Graziela Lorenzoni, que ressaltou “a importância da condenação pelo fato de que a morte de Théo foi um dos casos que motivaram a criação do no Brasil”. Sancionada em abril deste ano, a tipificação consiste em assassinar uma pessoa próxima à mulher, como filhos e familiares, como instrumento de tortura psicológica e violência.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/pai-que-jogou-filho-de-ponte-e-condenado-a-83-anos-de-prisao