Operação mira grupo que planejava ataques a autoridades
Ação da Polícia Civil do DF e do Ministério da Justiça cumpre 8 mandados de busca e apreensão em 5 estados
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Ighor Nóbrega, Marcos Santos
Policiais civis na operação contra grupo extremista | Divulgação/PCSC
Operação deflagrada nesta terça-feira (4) pela Polícia Civil do Distrito Federal e pelo Ministério da Justiça mira uma organização extremista suspeita de planejar ataques a autoridades.
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Um dos alvos do grupo eram os locais dos debates eleitorais, que começam neste mês. Os acusados pretendiam instalar explosivos nos prédios.
Batizada de Rede interrompida, a operação cumpre oito mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Segundo a investigação conduzida pela divisão de combate e prevenção ao extremismo do DF, os suspeitos se organizavam a partir de comunidades no aplicativo Telegram. O objetivo era disseminar conteúdos neonazistas, antissemitas e misóginos e recrutar integrantes para atentatos.
“O grupo utilizava o ambiente virtual para compartilhar manuais de fabricação de artefatos explosivos, discutir estratégias de recrutamento e disseminar discursos de ódio direcionados, entre outros grupos, às mulheres em posições de autoridade”, disse em nota o Ministério da Justiça.
A pasta vai detalhar os resultados da empreitada em coletiva de imprensa marcada para esta manhã.
Operação Lívia
Além da ação em Brasília, o Ministério da Justiça também prestou apoio à operação conduzida nesta terça-feira (4) pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul no combate ao aliciamento digital.
A Operação Lívia mira uma organização criminosa que buscava atrair adolescentes a partir de coerção psicológica para incentivá-los à prática de violência extrema. As investigações começaram depois que uma adolescente de 13 anos morreu durante uma transmissão ao vivo.
Assim como a Rede Interrompida, essa ação também integra o eixo de enfrentamento à misoginia digital do Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), desenvolvido pelo governo para combater crimes contra mulheres, crianças e adolescentes.
Chefiada pela polícia civil sul-matogrossense, a operação também teve a participação das corporações de Ceará, Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro.
Operação mira grupo que planejava ataques a autoridadesAção da Polícia Civil do DF e do Ministério da Justiça cumpre 8 mandados de busca e apreensão em 5 estadosBrasil2026-08-04T11:20:49.418ZOperação deflagrada nesta terça-feira (4) pela Polícia Civil do Distrito Federal e pelo Ministério da Justiça mira uma organização extremista suspeita de planejar ataques a autoridades. Um dos alvos do grupo eram os locais dos debates eleitorais, que começam neste mês. Os acusados pretendiam instalar explosivos nos prédios. Batizada de Rede interrompida, a operação cumpre oito mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Segundo a investigação conduzida pela divisão de combate e prevenção ao extremismo do DF, os suspeitos se organizavam a partir de comunidades no aplicativo Telegram. O objetivo era disseminar conteúdos neonazistas, antissemitas e misóginos e recrutar integrantes para atentatos. “O grupo utilizava o ambiente virtual para compartilhar manuais de fabricação de artefatos explosivos, discutir estratégias de recrutamento e disseminar discursos de ódio direcionados, entre outros grupos, às mulheres em posições de autoridade”, disse em nota o Ministério da Justiça. A pasta vai detalhar os resultados da empreitada em coletiva de imprensa marcada para esta manhã. Operação Lívia Além da ação em Brasília, o Ministério da Justiça também prestou apoio à operação conduzida nesta terça-feira (4) pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul no combate ao aliciamento digital. A Operação Lívia mira uma organização criminosa que buscava atrair adolescentes a partir de coerção psicológica para incentivá-los à prática de violência extrema. As investigações começaram depois que uma adolescente de 13 anos morreu durante uma transmissão ao vivo. Assim como a Rede Interrompida, essa ação também integra o eixo de enfrentamento à misoginia digital do Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), desenvolvido pelo governo para combater crimes contra mulheres, crianças e adolescentes. Chefiada pela polícia civil sul-matogrossense, a operação também teve a participação das corporações de Ceará, Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/operacao-mira-grupo-que-planejava-ataques-a-autoridades